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O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal
Sono e Soneca

O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal

Nos primeiros dias em casa, muitos pais se assustam ao perceber que o recém-nascido parece passar mais tempo dormindo do que acordado. É comum baterem as dúvidas: será que meu bebê dorme muito? Será que existe um período considerado normal? Devo acordar meu bebê para mamar? Spoiler: não precisa de tanta preocupação. O pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, garante que dormir bastante faz parte do desenvolvimento esperado nessa fase inicial da vida. “Das 24 horas do dia, o recém-nascido tende a dormir entre 16 e 20 horas, com despertares para mamar”, esclarece. E aí: quando o sono é considerado normal? Apegar-se ao relógio nem sempre é o melhor caminho. Além das horas dormidas, o médico destaca que o comportamento do bebê quando está acordado também importa. Isso porque um recém-nascido saudável costuma: acordar para mamar; sugar bem; reagir aos estímulos. Também é recomendado observar o contexto: molhar várias fraldas por dia e ganhar peso adequadamente são ótimos indicadores de que tudo está dentro do previsto. Se isso estiver acontecendo, os pais e cuidadores podem ficar tranquilos: o sono é fisiológico. É preciso acordar para mamar? Segundo o especialista Luis Bonilha, pode ser necessário acordar o bebê para mamar nas primeiras semanas de vida, caso ele passe muitas horas sem se alimentar. Essa orientação costuma valer até que o recém-nascido apresente bom ganho de peso, acompanhado nas consultas regulares com profissionais. “A puericultura é o acompanhamento periódico feito pelo pediatra para avaliar crescimento e desenvolvimento. Manter a frequência nessas consultas é essencial para garantir que tudo esteja evoluindo como esperado”, orienta. Esses encontros também são fundamentais para definir abordagens individualizadas. Por exemplo, esclarecer o intervalo entre cada mamada e saber quando se deve (ou não) interromper o sono para realizar a amamentação. O sono como sinal de alerta Na maioria das vezes, dormir muito é normal, mas o pediatra Luis Bonilha sugere avaliação médica quando o bebê: não acorda para mamar; mama pouco; fica muito “molinho”; não ganha peso. Esses sinais devem ser relatados em consultório para uma investigação mais detalhada, se necessário. A melhor estratégia e o segredo para observar o cenário sem ansiedade envolvem ter um profissional de confiança por perto. “A puericultura dá tranquilidade às famílias e ajuda a identificar precocemente qualquer alteração”, reforça o médico.

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro
Banho

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro

O banho do recém-nascido é daqueles momentos que mais despertam insegurança nos pais. Medo do bebê escorregar, de se afogar, de a água entrar no ouvido ou de não saber segurar direito estão entre os receios comuns registrados nas primeiras semanas. O cuidado envolve confiança e adaptação, mas algumas dicas podem ajudar. Antes do primeiro banho da filha, a relações públicas Ana Cristina, 28 anos, tentou se preparar ao máximo. Ela e o marido fizeram cursos, assistiram a vídeos, leram livros e até deram banho em bebês de amigos, mas ainda assim o receio persistia. O maior medo era de afogamento na banheira ou de o suporte dela ceder. A solução veio ao optar pelo chuveiro, no colo e com a água controlada. Isso trouxe mais segurança à mãe, que conseguiu finalmente relaxar e aproveitar o momento de verdade. “Parece que meu medo desapareceu e pude curtir o banho da minha filha pela primeira vez”, lembra. Por que banho gera tanto medo Para a enfermeira obstetra Karina Trevisan, o medo do banho está muito ligado ao desconhecido. Afogar o bebê ou deixá-lo escorregar são os receios mais frequentes, especialmente nas primeiras experiências. Também surgem dúvidas sobre a necessidade do banho diário, principalmente quando há muitas trocas no dia. “Essa avalanche de questionamentos mostra que o medo não está apenas na técnica, mas no excesso de informação e na falta de confiança. A própria preparação da banheira pode aumentar a tensão de quem está inseguro: montar, encher, organizar”, acrescenta a especialista em cuidados da saúde. A temperatura é outro ponto de insegurança dos cuidadores. Nos dias frios, a dica é aquecer o próprio ambiente antes de começar o banho, o que ajuda na sensação de aconchego. Já no calor, o bebê regula melhor a temperatura, mas o local ainda precisa estar com um clima confortável. Dicas que aumentam a confiança Você sabia que o bebê não tem medo de água? Ou que não é ruim cair água no rosto ou no ouvido dele, por exemplo? Embora muitos pais imaginam isso, o bebezinho costuma até aproveitar o momento. Por isso, a confiança deve vir do adulto. Quanto mais centrado e consciente do que está fazendo, mais tranquila será a experiência. Algumas dicas podem ajudar a “destravar”: 1. Testar a temperatura da água no antebraço, garantindo que esteja morna, sem necessidade obrigatória de termômetro. 2. Enrolar o bebê em uma fraldinha no início, tanto na banheira quanto no chuveiro, para dar mais segurança. 3. Apoiar o corpo do bebê junto ao do adulto e segurar a cabeça com firmeza. 4. Ter atenção ao virar o bebê na banheira para não molhar o rosto inadvertidamente. 5. Iniciar o banho pela cabeça, especialmente na imersão, antes de mergulhar totalmente o corpo. 6. Evitar estímulos excessivos e tornar o momento menos técnico e fluido. 7. Considerar o banho de chuveiro como alternativa prática e calmante. 8. Observar como o bebê reage após o banho (alguns ficam mais relaxados, outros mais despertos) para escolher o melhor horário. 9. Se o banho noturno favorecer um sono mais longo, aproveitar para descansar junto com o bebê. 10. Manter uma rotina, mas entendendo que cada família pode adaptar o horário conforme a resposta da criança. “A dica-chave é confiar. Existe um instinto por trás da maternidade e da paternidade. Você é capaz de dar banho no seu bebê de uma maneira tranquila”, afirma a enfermeira obstetra Karina Fernandes Trevisan. Quando a segurança chega Na experiência de Ana Cristina, entender que não existe só um jeito correto para o banho acabou mudando a percepção. “Tudo bem não usar a banheira e optar pelo chuveiro. Isso não nos torna menos pais. Considere a melhor opção para a sua família”, diz. Nesse sentido, a especialista alerta os pais a não deixarem que comentários inseguros ou opiniões alheias interfiram nesse momento. Avós e familiares costumam transmitir seus próprios medos, mas o banho só deve ter espaço para troca, carinho e confiança. “Um ambiente calmo, uma conversa durante o banho, a sensação de segurança no toque e a confiança de quem conduz fazem com que o momento se torne mais prazeroso e menos cercado de tensão. Outra pessoa não precisa assumir isso por insegurança dos pais”, finaliza Karina.

Brincadeiras para fazer com os filhos quando se está exausto
Brincadeiras

Brincadeiras para fazer com os filhos quando se está exausto

Nem todo dia é possível para um pai ou mãe sentar no chão cheio de energia, inventar personagens e sustentar uma hora de faz de conta com os filhos. Entre o expediente no trabalho, as demandas da casa e a carga mental de tudo isso acumula, muitos adultos terminam o dia exaustos e, junto do cansaço, vem a culpa por não “brincar direito” com os filhos. Mas há alternativas para situações como essas. A psicóloga Cibele Pejan, do dr.consulta, explica que essa culpa costuma nascer de uma régua impossível. “Muita gente aprendeu que um bom pai ou uma boa mãe é quem está sempre disponível, animado e criativo. Quando o cuidado real encontra esse ideal de perfeição, os pais se sentem culpados. Mas exaustão não é falta de amor”, afirma. Conexão não exige performance e saber disso muda o jogo. A questão não está em fazer mais, mas em estar presente de forma possível. Mesmo em dias de pouca energia, a conexão pode acontecer em gestos simples, desde que haja disponibilidade emocional. É isso que sustenta o vínculo, não a quantidade de brincadeiras elaboradas. Conectar-se não exige muito esforço Planejar grandes programas ou longas atividades não é sinônimo de conexão de qualidade entre a família. Pais e filhos se conectam quando o pequeno sente que ‘existe’ para o adulto à frente, naquele momento – e isso pode acontecer em minutos de presença real. Segundo a profissional, crianças não precisam de um adulto performático, mas de alguém emocionalmente disponível, ainda que por pouco tempo. Alguns pequenos gestos costumam ser suficientes para gerar vínculo, como: olhar nos olhos; escutar com atenção; validar uma emoção; oferecer um abraço; perguntar com interesse genuíno. Para isso acontecer, o cuidador também precisa estar bem. Sinais persistentes de irritabilidade, exaustão, culpa intensa, queda de motivação e sintomas físicos denunciam algo mais sério que o cansaço, como o esgotamento. Nesses casos, vale buscar ajuda – dividir tarefas, acionar a rede de apoio, iniciar a terapia ou fazer uma avaliação médica podem ser caminhos importantes. Brincar com pouca energia também vale Quando o cansaço reina, a professora e coordenadora pedagógica Paula Malagrino destaca que o ideal são brincadeiras calmas, com poucos estímulos, que priorizem vínculo e presença. Mais do que gasto energético, vale oferecer atenção de qualidade. Muitas atividades podem ser feitas com o que já existe em casa, sem exigir preparo extra, como: desenhos livres ou de observação; massinha; caça ao tesouro simples; jogos de memória ou quebra-cabeça; banho nos brinquedos; organizar objetos por cor ou tamanho. A mesma proposta pode ser adaptada conforme a idade: Para os menores: comandos simples e foco em cores, formas e movimentos. Para os maiores: incluir pistas, regras, desafios ou histórias mais elaboradas. “O essencial é respeitar o que cada criança já consegue fazer, garantindo participação e sucesso”, acrescenta a educadora. A rotina pode ser uma brincadeira Nem toda interação precisa ser uma brincadeira tradicional. Segundo Paula, atividades do cotidiano podem se transformar em momentos afetivos e educativos quando o adulto convida a criança a adotar o lúdico, de forma leve e divertida: Durante e após o banho: desenhar no box ou fazer esculturas com espuma. Antes de dormir: cantar músicas ou contar histórias curtas. No decorrer do dia: separar roupas pode virar “o time das roupas pretas e o time das claras”. Na organização do quarto: guardar brinquedos se transforma em “missão” ao propor-se levar cada item “para sua casinha”. Ao ar livre, na natureza: regar plantas pode ser uma brincadeira de descobrir “quem está com mais sede hoje”. Nessas situações, a criança desenvolve raciocínio lógico, autonomia, senso de colaboração e pertencimento familiar, sem que o adulto precise criar algo novo do zero. “O mais importante não é a tarefa em si, mas como o adulto conduz esse momento”, garante a professora. No fim, como reforça a psicóloga Cibele: muitas crianças crescem saudáveis não porque tiveram pais incansáveis, mas, sim, pais que voltavam, reparavam e tentavam de novo.

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