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Perguntas frequentes
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Assadura é comunicação: o que a pele do bebê diz?
Nem sempre a assadura é apenas um incômodo local. Muitas vezes, é também o primeiro sinal de que algo no ambiente do bebê precisa ser ajustado. Quando a pele fica vermelha, sensível ou mais úmida do que o habitual, o corpo está reagindo a um desequilíbrio e precisa de atenção e cuidados específicos. Para o pediatra Antônio Carlos Turner, da clínica Total Kids, dizer que a assadura é uma forma de comunicação significa reconhecer que o corpo do bebê “fala” quando algo foge do esperado. Como o pequeno ainda não tem repertório verbal, a pele utiliza o processo inflamatório para sinalizar que o microclima da fralda não está bem. “É um pedido de socorro biológico. A pele está manifestando um desequilíbrio homeostático, com rubor, calor e edema, para avisar que algo no ambiente imediato não está em harmonia com a fisiologia do bebê”, alerta o médico. Decifrando os sinais na pele Cada situação costuma deixar uma espécie de “digital” visível. Observar o aspecto da vermelhidão e o local em que aparece ajuda os adultos a entenderem se o problema está relacionado à umidade excessiva, ao atrito ou a uma reação de contato. Entre os sinais mais comuns, o especialista destaca: Umidade: a pele pode ficar com aspecto murcho ou macerado; a assadura esbranquiçada nas bordas, antes de se tornar vermelha, sinal de que a barreira cutânea está encharcada e fragilizada. Atrito: a vermelhidão tende a ser mais intensa nas áreas de maior contato, como dobrinhas das coxas ou onde o elástico da fralda aperta. Reação química: quando há vermelhidão localizada logo após a troca de fralda ou uso de produto novo, pode indicar dermatite de contato irritativa. Mudanças na rotina também provocam respostas quase imediatas. Isso porque a pele do bebê possui um pH levemente ácido que funciona como proteção natural. Ao alterar o tipo de fralda ou utilizar lenços com fragrâncias fortes, essa barreira pode ser rompida, levando à inflamação localizada. Fezes, urina e calor na equação Outros fatores fazem parte do quadro, já que a química do próprio corpo tem papel central na formação da assadura. A urina é um bom exemplo: quando fica muito tempo em contato com a pele, produz amônia e eleva o pH da derme. Isso ativa enzimas das fezes, que começam a agredir a camada superficial cutânea. Além disso, há outras mudanças sistêmicas que interferem: a introdução alimentar pode alterar o pH e a microbiota das fezes, tornando-as mais agressivas; o uso frequente de antibióticos causa diarreia e modifica a flora intestinal e da pele, abrindo caminho para assaduras por fungos; o calor intenso aumenta a vasodilatação e a sudorese, acelerando o processo inflamatório. “O suor, especialmente em dias quentes, soma-se a tudo isso criando um ambiente de ‘estufa’ dentro da fralda, facilitando a proliferação de fungos, como a Candida albicans”, acrescenta o pediatra Antônio Carlos Turner. Como ler os sinais e prevenir Lembre-se: o bumbum do bebê traz pistas importantes, tanto visuais quanto comportamentais. Pontinhos vermelhos ao redor da mancha costumam indicar infecção fúngica, enquanto vermelhidão e pele brilhante sugerem irritação química ou acidez. Se houver choro na hora da troca, o dano pode ter atingido os nervos. Para tratar e prevenir novas assaduras, o médico recomenda adotar o mantra “Limpar, Secar e Proteger”, ou seja": trocar o lenço umedecido por algodão e água morna sempre que possível; deixar o bebê alguns minutos por dia com o “bumbum livre”, permitindo que o ar ajude na cicatrização; aplicar cremes com óxido de zinco ou dexpantenol para criar uma barreira protetora; evitar apertar demais a fralda, permitindo mínima circulação de ar. Os pais também devem observar além da pele: irritabilidade no sono, choro agudo ao urinar e recusa alimentar podem estar relacionados ao quadro. Quando a assadura se torna frequente, pode indicar necessidade de ajustar a rotina e incluir mais trocas de fraldas. Ao surgirem sintomas físicos ou comportamentais, é necessário procurar um pediatra.
O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal
Nos primeiros dias em casa, muitos pais se assustam ao perceber que o recém-nascido parece passar mais tempo dormindo do que acordado. É comum baterem as dúvidas: será que meu bebê dorme muito? Será que existe um período considerado normal? Devo acordar meu bebê para mamar? Spoiler: não precisa de tanta preocupação. O pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, garante que dormir bastante faz parte do desenvolvimento esperado nessa fase inicial da vida. “Das 24 horas do dia, o recém-nascido tende a dormir entre 16 e 20 horas, com despertares para mamar”, esclarece. E aí: quando o sono é considerado normal? Apegar-se ao relógio nem sempre é o melhor caminho. Além das horas dormidas, o médico destaca que o comportamento do bebê quando está acordado também importa. Isso porque um recém-nascido saudável costuma: acordar para mamar; sugar bem; reagir aos estímulos. Também é recomendado observar o contexto: molhar várias fraldas por dia e ganhar peso adequadamente são ótimos indicadores de que tudo está dentro do previsto. Se isso estiver acontecendo, os pais e cuidadores podem ficar tranquilos: o sono é fisiológico. É preciso acordar para mamar? Segundo o especialista Luis Bonilha, pode ser necessário acordar o bebê para mamar nas primeiras semanas de vida, caso ele passe muitas horas sem se alimentar. Essa orientação costuma valer até que o recém-nascido apresente bom ganho de peso, acompanhado nas consultas regulares com profissionais. “A puericultura é o acompanhamento periódico feito pelo pediatra para avaliar crescimento e desenvolvimento. Manter a frequência nessas consultas é essencial para garantir que tudo esteja evoluindo como esperado”, orienta. Esses encontros também são fundamentais para definir abordagens individualizadas. Por exemplo, esclarecer o intervalo entre cada mamada e saber quando se deve (ou não) interromper o sono para realizar a amamentação. O sono como sinal de alerta Na maioria das vezes, dormir muito é normal, mas o pediatra Luis Bonilha sugere avaliação médica quando o bebê: não acorda para mamar; mama pouco; fica muito “molinho”; não ganha peso. Esses sinais devem ser relatados em consultório para uma investigação mais detalhada, se necessário. A melhor estratégia e o segredo para observar o cenário sem ansiedade envolvem ter um profissional de confiança por perto. “A puericultura dá tranquilidade às famílias e ajuda a identificar precocemente qualquer alteração”, reforça o médico.
Meu bebê vive assado: com o que preciso me preocupar?
Assadura é comum em bebês, mas não deve ser encarada como algo “normal” quando persiste, piora ou vem acompanhada de outros sinais. Observar a evolução da pele, os hábitos do dia a dia e a resposta aos cuidados básicos ajuda a entender quando é possível resolver em casa e quando é hora de procurar ajuda médica. A pediatra Greter Fernandez dá nome ao problema: dermatite de fralda. Na maioria das vezes, surge pela combinação de umidade, atrito, urina e fezes em contato prolongado com a pele. Uma assadura pontual não é problema, mas não melhorar ao cuidar ou reaparecer com certa frequência é sinal de alerta. Nesses casos, a persistência do quadro indica que pode haver algo além da irritação simples. Segundo a médica, a falta de resposta às medidas básicas já é motivo para observar com mais atenção, especialmente nos primeiros meses de vida, quando a pele do bebê é ainda mais sensível. De olho nos sintomas Alguns sinais indicam que a irritação ultrapassou o esperado. Entre eles estão: fissuras; crostas; secreção purulenta; sangramento; lesões que se estendem para além da área da fralda, atingindo abdome ou dobras. A ginecologista também orienta que a atenção deve ser redobrada se a assadura vier acompanhada de sintomas gerais, como: febre, vômitos persistentes, diarreia com sangue ou dificuldade de ganho de peso. Se acontecer, leve ao médico rapidamente. Por que alguns bebês vivem “assados” As trocas de fraldas são frequentes e os cuidados, certinhos, mas a tal da assadura permanece. Essa é uma queixa recorrente entre os pais e o motivo mais comum é a dermatite de contato irritativa, que gera a sequência dos episódios. Outras causas apontadas pela especialista são: infecções fúngicas, como a candidíase intertriginosa, dermatite atópica localizada e, mais raramente, psoríase inversa. Já nos quadros persistentes e resistentes, vale investigar alergia alimentar, especialmente ligada à proteína do leite de vaca. Por último, hábitos do dia a dia também influenciam diretamente a evolução da irritação, incluindo: uso frequente de lenços umedecidos com álcool, fragrâncias ou outros ingredientes irritantes; fraldas apertadas ou que retêm muita umidade; pouca ventilação da pele; limpeza agressiva. A causa exata, bem como o tratamento ideal, só podem ser confirmados por um médico, viu? Como diferenciar os tipos de assadura A dermatologista Raquel de Carvalho reforça que as assaduras não são todas iguais. Para entender o que está acontecendo, ela indica observar o padrão das lesões. Assadura comum: causa vermelhidão, está relacionada à umidade e ao atrito, e melhora rapidamente com higiene adequada e uso de pomadas de barreira. Dermatite de contato: geralmente surge após a introdução de novos produtos e provoca mais coceira do que o quadro comum, além de não poupar as “dobrinhas” do bebê. Infecção fúngica: o vermelho da pele é mais intenso, sobretudo nas dobras, com pequenas manchas vermelhas ao redor e fissuras. Há pouca resposta às pomadas comuns. Dermatite atópica: manifesta-se na área da fralda com lesões mais crônicas, extensas e com coceira em outras regiões do corpo. Independentemente do motivo, é fundamental ficar de olho para reconhecer os sinais e buscar avaliação profissional qualificada do pediatra ou dermatologista. O jeito certo de trocar a fralda Para reduzir o risco de assaduras, as especialistas recomendam: Trocar a fralda com frequência, principalmente após evacuações. Higienizar suavemente, preferencialmente com algodão e água morna ou lenços sem álcool e fragrância. Secar bem a pele, cuidando das dobrinhas. Permitir períodos sem fralda, sempre que possível. Aplicar cremes de barreira em pele limpa e seca. Evitar produtos irritantes e fraldas mal ajustadas. Também é importante lembrar que cada bebê pode ter necessidades específicas. Por isso, as consultas de rotina com o pediatra são muito importantes. Atenção especial aos casos persistentes A dermatologista Raquel de Carvalho alerta que, quando a assadura não responde ao tratamento habitual ou vem acompanhada de sintomas digestivos e cutâneos, é necessária uma investigação maior para orientar um tratamento eficaz. Já a pediatra Greter Fernandez destaca que a educação dos pais é essencial para prevenção e manejo corretos. Afinal, a monitorização parental ao longo do tempo ajuda na identificação de condições que exigem acompanhamento.
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