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Talco Desodorante para os Pés Pó Menta Fresh 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés com o frescor da menta. Combate 99% dos fungos e bactérias. Pés secos e cheirosos.

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Quantidade

100 g

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Menta Fresh nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Usar antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, PARFUM, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, BENZYL SALICYLATE, LIMONENE, LINALOOL, COUMARIN.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Menta Fresh 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante em pó para os pés Tenys Pé Baruel Menta Fresh oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. O poder refrescante da menta é ideal para climas quentes.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Menta Fresh elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Menta Fresh possui o poder refrescante da menta.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. não ingerir. manter fora do alcance de crianças. deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. usar somente nas áreas indicadas. evite a inalação direta deste produto. em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. conservar em local seco e fresco.

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Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Pés de diabéticos precisam de atenção redobrada
Pé Diabético

Pés de diabéticos precisam de atenção redobrada

“O que mais preocupa é o expressivo e crescente número de amputações realizadas em decorrência de complicações ligadas ao diabetes, ou seja, as amputações não traumáticas”, explica Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo dados da Agência Brasil e o SUS (Sistema Único de Saúde), somente no ano de 2023 foram realizadas 26.982 amputações de membros inferiores (pés e pernas), equivalendo um média de 28 cirurgias por dia. Nardi explica que por se tratar de uma síndrome, ou seja, um conjunto de importantes e graves alterações ligadas ao diabetes – descompensado – como a polineuropatia diabética, vasculopatia obstrutiva periférica, deformidades, lesões ulcerativas, infecções e até mesmo levar o membro acometido a um grau de menor ou maior proporção de amputações, cujo desfecho, é o mais grave. “Vale ressaltar que essas alterações, assim como a própria doença, são extremamente silenciosas, o que ressalta a importância do acompanhamento dos profissionais de saúde dentro de uma equipe multidisciplinar em saúde”, conclui Nardi. Algumas das alterações como neuropatias e vasculopatias (obstrução vascular periférica) podem se desenvolver em pessoas que não são portadoras de diabetes, porém ocorre em casos isolados e pontuais, sobretudo com menor gravidade na maior parte das vezes. "Já em pessoas portadoras de diabetes descompensado e de longo tempo de doença, essas alterações acima citadas ocorrem de forma simultânea e na maior parte dos casos com maior gravidade de evolução clínica", explica Nardi. Além disso, essas doenças – neuropatias e vasculopatias – serão também “gatilhos” para o desenvolvimento de outras alterações como deformidades dos membros inferiores (musculares e articulares), formação de úlceras, infecções, entre outras. Especialização em pés diabéticos [caption id="attachment_1932" align="aligncenter" width="780"] Luiz Nardi em atendimento[/caption] Luiz Nardi se especializou em pés diabéticos. “Foi um divisor de águas dentro da minha profissão, seja na realização de atendimentos clínicos, bem como na docência. Para ser sincero não escolhi inicialmente me especializar na área, mas fui convidado a estudar mais sobre o assunto, foi um verdadeiro ponta pé inicial”, lembra ele. Segundo Nardi, logo que se formou em farmácia, teve a incrível oportunidade de ministrar aulas de farmacologia nos cursos técnico em podologia e especialização técnica em atendimentos podológicos ao paciente com diabetes na cidade de Sorocaba. Foi a partir desse momento que despertou não somente seu amor à profissão, mas também vislumbrou a necessidade de fazer o curso técnico, momento esse que abriu várias outras oportunidades profissionais para ele, sobretudo na docência. “Após alguns anos ministrando aulas, fui convidado e estimulado, a fazer o curso de pós-graduação em Educação sobre Diabetes e foi a partir dessa formação que entendi a real necessidade de me especializar no assunto, principalmente no que tange evitar amputações em pacientes portadores de diabetes”, conta o especialista. E ele não parou por aí. Fez posteriormente uma pós-graduação em Docência & Pesquisa para o Ensino Superior e atualmente cursa a graduação em Podologia. “Vejo a necessidade de a cada dia crescer em conhecimento, claro, sempre com objetivo de trazer os melhores resultados para os pacientes e excelência no ensino para meus alunos”, conclui Nardi. Caso prático de pé diabético Nardi relembra um caso que teve um desfecho gratificante. “Há mais ou menos dois anos, uma enfermeira, residente na cidade de Dom Basílio na Bahia, fez contato comigo, pois apresentava dificuldades em solucionar um caso de um senhor de 66 anos com diabetes e amputações recorrentes”, conta ele. A enfermeira havia realizado diversos procedimentos de desbridamentos de tecidos desvitalizados e necróticos, aplicado vários tipos de coberturas, num trabalho feito com excelência profissional, mas novas úlceras seguiam surgindo no paciente, além de novas amputações. “Fiz uma mentoria com a enfermeira e nesse momento, foi orientada por mim a utilizar sandálias de cicatrização e palmilhas específicas e personalizadas a fim realizar a descarga dos pontos de hiperpressão, sobretudo na região das amputações anteriores, onde havia calosidades e cicatrizes de úlceras fechadas anteriormente”, conta Nardi. Segundo ele, o grande objetivo era diminuir o estresse tecidual da região através da descarga de pressão. “Dessa forma, as calosidades foram aos poucos reduzindo, promovendo então o restabelecimento total do paciente”, conclui o especialista.

Podologia é regulamentada por lei e tem papel fundamental na saúde
Podologia e Podólogos

Podologia é regulamentada por lei e tem papel fundamental na saúde

A podologia no Brasil é uma profissão regulamentada desde 2018, com critérios claros de formação e atuação definidos por lei federal. Isso porque a aprovação do projeto de lei PLC 151/2015 deu à atividade o reconhecimento como área da saúde, com respaldo legal e inclusão no Ministério do Trabalho, por meio de um código próprio na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Na opinião da podóloga Valéria Lemos, enfermeira especializada em podiatria, essa mudança trouxe, sobretudo, dignidade profissional. “Veio uma compreensão maior da sociedade de que podologia não é ‘serviço de salão’, e sim uma área de saúde com profissionais formados”, afirma. Profissional reconhecido Para Valéria Lemos, a regulamentação impulsionou avanços na prática clínica e na valorização do podólogo como parte da equipe multidisciplinar de cuidado. “Hoje, vemos cada vez mais clínicas de podologia estruturadas, muitas vezes dentro de hospitais ou com parcerias com dermatologistas e endocrinologistas”, cita. Ela explica ainda que o trabalho do podólogo atua na prevenção e manutenção da saúde dos pés, enquanto o podiatra com formação em enfermagem clínica é acionado em quadros mais complexos. Ambos trabalham de forma complementar para evitar complicações que podem comprometer a saúde geral do paciente. O que o podólogo pode ou não fazer As competências do podólogo são bem definidas e envolvem o cuidado podal conservador. Entre as práticas autorizadas estão: Corte e lixamento correto de unhas; Remoção de calos; Tratamento de micose e unhas espessas; Assepsia de pequenas fissuras; Tratamento de verrugas plantares; Reflexologia podal; Confecção de órteses de silicone. Além do mais, o profissional pode avaliar alterações dermatológicas e orientar o uso de calçados e cuidados com a pele. Mas há limites: o podólogo não realiza procedimentos invasivos profundos, nem aplica anestesia injetável ou prescreve medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios. Quem pode exercer a profissão Desde a regulamentação, só podem atuar como podólogos os profissionais que tenham completado curso técnico ou superior na área. “O importante é que hoje o paciente pode (e deve) saber se seu podólogo tem certificação”, pontua a enfermeira. Essa formação formal inclui conteúdos como higiene, biossegurança e uso correto de instrumentos – como bisturis, alicates, curetas e lixas –, sempre seguindo protocolos de esterilização. A fiscalização é feita por órgãos como a Vigilância Sanitária e entidades trabalhistas e de defesa do consumidor. Valéria ressalta que esse rigor ajuda a afastar a ideia de que a experiência como pedicure seria suficiente para tal atendimento. “Não são funções que se aprendem apenas na prática do dia a dia, mas sim profissões da área da saúde com formação definida”, defende. Avanços e representatividade Embora a profissão já esteja regulamentada, não existe um Conselho Federal específico de Podologia. Atualmente, a categoria conta com sindicatos e associações estaduais, como a Associação Brasileira de Podólogos (ABP), que atua desde a década de 1960 na organização da classe e na defesa da categoria. A especialista lembra que o desconhecimento sobre a atuação do podólogo ainda é um obstáculo. “Há quem pense que podólogo é médico e esse pensamento surge o tempo todo, o que pode gerar riscos. Por exemplo, alguém com infecção grave insiste em tratar só com podólogo, quando seria necessário um antibiótico que só o médico pode prescrever”, finaliza.

Minhas pernas doem quando corro. E agora?
Corrida

Minhas pernas doem quando corro. E agora?

Quem começa a correr pode enfrentar desconfortos musculares logo no início do treino. Muitas vezes, as dores fazem parte do processo de adaptação do corpo à nova atividade, mas também podem indicar algo errado, como postura inadequada ou falta de preparo físico. Diz o fisiologista e educador físico Edson Timóteo que sentir certo incômodo nos primeiros minutos da corrida é até esperado, principalmente para iniciantes ou entre quem ficou muito tempo parado. "Isso acontece porque os músculos ainda não estão aquecidos e preparados para o impacto. Porém, se a dor for intensa, persistente ou acompanhada de outros sintomas, pode ser um sinal de sobrecarga ou até lesão”. Ele diz ainda que a dor pode surgir em diferentes momentos do treino, mas costuma ser mais comum ao final ou depois da atividade, devido ao desgaste muscular. "A chamada dor muscular de início tardio (DMIT) aparece 24 a 48 horas depois do esforço, quando ocorrem microlesões nas fibras musculares", acrescenta. O que fazer para reduzir as dores Se a dor surge já nos primeiros minutos da corrida e atrapalha o desempenho, isso pode ser sinal de que algo precisa ser ajustado. O fisiologista recomenda avaliar alguns pontos: Aquecimento inadequado: começar sem uma preparação muscular pode aumentar a rigidez e dificultar a corrida; Calçado incorreto: um tênis sem amortecimento adequado pode sobrecarregar os músculos e articulações; Técnica errada: pisada inadequada ou postura desalinhada podem gerar dores desnecessárias; Falta de condicionamento: quem começa a correr sem fortalecimento muscular pode sentir mais desconforto. Além desses fatores, condições médicas pré-existentes, como problemas circulatórios e articulares, podem influenciar. "Se a dor for forte logo no início ou persistir por vários dias, é importante procurar um profissional para investigar a causa", alerta o treinador. Como deixar a corrida mais fácil Para evitar dores e melhorar o desempenho, siga essas recomendações: Comece devagar: intercale corrida e caminhada até ganhar resistência; Faça um bom aquecimento: exercícios de mobilidade e alongamentos dinâmicos ajudam a preparar o corpo; Use calçados adequados: um bom tênis evita impactos excessivos; Hidrate-se e alimente-se bem: correr em jejum ou desidratado pode causar fadiga precoce; Respeite o ritmo do seu corpo: aumente a intensidade gradualmente e evite comparações com outros corredores. "O mais importante é criar consistência e não forçar o corpo além do limite. Com o tempo, a corrida se torna mais natural e prazerosa", enfatiza Timóteo. Sinais de alerta Algumas dores são comuns, mas outras exigem atenção médica. É importante ficar atento às que não melhoram com descanso e a outros sinais, como inchaço ou hematomas, dificuldade para movimentar os pés e as pernas, formigamento ou dormências nos membros e dores que irradiam para outras partes do corpo. Caso algum desses sintomas apareça, o educador físico explica que a corrida deve ser interrompida imediatamente para não agravar o caso. Na sequência, não se deve hesitar em procurar ajuda médica. “No início, achei que correr não era para mim” O administrador Rafael Costa, de 34 anos, sempre teve vontade de correr, mas enfrentou dores intensas logo no começo. "Minhas panturrilhas queimavam e sentia pontadas nos joelhos. Achei que eu simplesmente não tinha jeito para a corrida – e olha que eu nem estava tão fora de forma assim", lembra. Com orientação profissional, percebeu que o problema estava na falta de fortalecimento muscular e no uso de um tênis inadequado. "Ajustei a postura, comecei a fazer exercícios específicos e respeitei muito o meu ritmo. Em poucas semanas, a corrida deixou de ser um sacrifício e virou prazer. Hoje, não fico sem!", conta.

Como as doenças sistêmicas afetam os pés?
Cuidado Diário

Como as doenças sistêmicas afetam os pés?

Diabetes Mellitus Provoca alterações vasculares e neurológicas que reduzem a sensibilidade e a circulação; Pequenas lesões podem evoluir para úlceras graves, infecções e até risco de amputação; O pé diabético é um dos maiores desafios da saúde pública e reforça a importância da podologia preventiva. Hipertensão Arterial e Doenças Circulatórias Afetam diretamente a irrigação sanguínea dos membros inferiores; Podem gerar inchaço, dificuldade de cicatrização e maior predisposição a infecções. Doenças Reumatológicas (artrite, gota, lúpus, artrose) Alteram a estrutura articular e óssea, provocando dor, deformidades e dificuldade de marcha; Muitas vezes resultam em calosidades e alterações ungueais secundárias. Problemas Neurológicos Doenças como neuropatias periféricas reduzem a sensibilidade tátil e dolorosa; Isso aumenta o risco de lesões não percebidas pelo paciente. O papel da podologia no cuidado desses pacientes A podologia é peça-chave na atenção primária à saúde dos pés em pessoas com doenças sistêmicas. O trabalho preventivo reduz complicações e melhora a qualidade de vida. Entre as principais ações estão: Avaliação regular da pele, unhas e sensibilidade; Tratamento de alterações como calos, unhas encravadas ou micoses de forma segura; Orientação sobre higiene, hidratação e escolha adequada de calçados; Encaminhamento interdisciplinar quando necessário, em parceria com médicos e outros profissionais de saúde.   Os pés não podem ser vistos apenas como estruturas de sustentação. Os pés são indicadores importantes do estado geral de saúde. Muitas doenças sistêmicas se manifestam inicialmente nos membros inferiores e, quando não tratadas adequadamente, podem evoluir para complicações sérias. Por isso, a atuação do podólogo é fundamental. Com um olhar clínico atento e preventivo, o profissional contribui para a detecção precoce de alterações, promove bem-estar e ajuda a preservar a mobilidade e a autonomia dos pacientes.

Artrite reumatoide ou artrose: entenda diferenças e tratamentos
Prevenção de Lesões

Artrite reumatoide ou artrose: entenda diferenças e tratamentos

A artrite reumatoide e a artrose (osteoartrite) são doenças distintas que afetam as articulações e podem comprometer a mobilidade. Enquanto a primeira é inflamatória e autoimune, a segunda é degenerativa e ligada ao desgaste progressivo da cartilagem. Ambas provocam dor, rigidez e limitações, mas de formas diferentes. O ortopedista Sérgio Costa explica que a artrite reumatoide costuma atingir várias articulações de forma simétrica, incluindo pés e tornozelos, com crises inflamatórias e risco de deformidades. Enquanto isso, a artrose é localizada, assimétrica e mais comum em articulações que sofrem maior sobrecarga, avançando de forma lenta ao longo do tempo. “A artrite reumatoide é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca a membrana sinovial, levando à inflamação crônica, dor e deformidades. Já a artrose é uma condição degenerativa, caracterizada pelo desgaste da cartilagem articular e pela formação de osteófitos, com dor que piora no esforço e melhora no repouso”, diferencia o médico. Causas e fatores de risco Além de se manifestar de maneiras distintas, os quadros têm causas bem diferentes. Nesse sentido, o especialista esclarece que: A artrite reumatoide resulta da combinação de predisposição genética e fatores ambientais, como tabagismo e possíveis infecções desencadeadoras; A artrose está ligada ao envelhecimento, obesidade, traumas prévios, desalinhamentos anatômicos e atividades de impacto que sobrecarregam as articulações. A chave para diferenciar as duas doenças está nos sintomas. Isso porque, embora possam se cruzar em algum momento, como na dor intensa, outros sinais costumam ser específicos de cada uma. Veja só alguns deles: Artrite reumatoide: dor acompanhada de calor, inchaço e rigidez matinal prolongada (mais de uma hora). Nos pés e tornozelos, pode gerar deformidades conhecidas como “pé reumatoide”. Artrose: os sintomas incluem dor mecânica que surge com a atividade e melhora com o repouso, rigidez matinal mais curta (menos de 30 minutos) e limitações progressivas. Nos pés, é comum o desenvolvimento do hálux rígido e artrose do primeiro raio (dedo + metatarso). Impacto nas atividades físicas De acordo com o ortopedista, tanto a artrite reumatoide quanto a artrose podem atrapalhar a prática esportiva. Na artrite, crises inflamatórias e deformidades aumentam o risco de lesões e dificultam os exercícios. Já com a artrose, a dor e a rigidez limitam o desempenho. “Mesmo assim, o exercício adaptado e de baixo impacto é fundamental em ambos os casos para preservar a mobilidade, a força muscular e a qualidade de vida”, completa. Diferenças no tratamento Conforme lembra o médico, as abordagens terapêuticas variam bastante entre as duas doenças. A saber: Artrite reumatoide: exige terapias sistêmicas para controlar a inflamação. O tratamento pode incluir medicamentos de base associados ou não a biológicos, além de anti-inflamatórios e corticoides nas crises. A reabilitação é essencial e, em casos avançados, pode haver necessidade de cirurgia. Artrose: o foco é local. São adotados analgésicos, anti-inflamatórios, fisioterapia, fortalecimento muscular, perda de peso, palmilhas e, em estágios graves, artrodeses ou próteses articulares. Cuidados diários e prevenção Quando o assunto é prevenir tais quadros, há muitos pontos em comum. Sérgio Costa destaca que alguns cuidados diários podem ser suficientes na prevenção ou até mesmo no controle dessas doenças. Alguns deles são: Manter o peso adequado; Praticar atividade física de baixo impacto; Adotar alimentação equilibrada; Evitar o tabagismo; Usar calçados adequados. No caso da artrite reumatoide, o acompanhamento médico regular e a adesão ao tratamento são fundamentais para evitar complicações sistêmicas e deformidades. Por outro lado, na artrose, a prioridade é reduzir a sobrecarga articular e preservar a função com fortalecimento e flexibilidade. “A boa notícia é que, com diagnóstico precoce, tratamento adequado e hábitos saudáveis, é possível manter qualidade de vida e continuar ativo, mesmo convivendo com essas condições”, conclui o especialista.

Caminhar na esteira, na rua, na areia: o que é melhor?
Caminhada

Caminhar na esteira, na rua, na areia: o que é melhor?

A caminhada é uma das atividades físicas mais simples e benéficas para a saúde, mas o tipo de base percorrida - esteira, asfalto ou areia, por exemplo - pode influenciar significativamente os resultados e o impacto para as articulações. Isso porque pisos diferentes alteram o esforço necessário e afetam a biomecânica do corpo. “Enquanto o asfalto oferece mais impacto, a esteira é ideal para iniciantes por ser mais segura. Já a areia exige maior esforço muscular, sendo excelente para fortalecer a musculatura, sem impactar tanto”, cita o fisioterapeuta Kauê Yub, especialista em traumatologia e ortopedia do esporte. Como os terrenos influenciam Antes de decidir por onde caminhar, vale saber que cada tipo de solo possui características específicas, que afetam diretamente a resposta do corpo à caminhada. Nesse sentido, entenda que: Asfalto é o terreno mais rígido. Oferece maior impacto nas articulações do tornozelo e joelho. Apesar disso, proporciona uma mecânica mais natural da caminhada, semelhante ao dia a dia. Esteira possui amortecimento que reduz o impacto, indicada sobretudo para pessoas com dores articulares ou em retorno pós-lesão. Entretanto, por ser uma superfície previsível e estável, exige menos esforço muscular. Areia dura absorve impacto e oferece uma alternativa menos intensa que a areia fofa, ainda mantendo bom nível de segurança articular. Areia fofa requer maior esforço muscular devido à instabilidade, aumentando consequentemente o gasto calórico. É ideal para fortalecer pernas e pés, mas deve ser usada com moderação para evitar fadiga muscular. “Cada solo tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha ideal depende das condições físicas e do objetivo de quem caminha”, destaca o fisioterapeuta. Qual é o melhor solo para caminhar? A escolha do terreno mais adequado varia em função do estado físico e dos objetivos de quem caminha. Quem tem artrose ou desgastes deve optar pela esteira, enquanto a praia vale mais para os que estão retornando ao esporte, inclusive pós-fraturas ou com uma canelite, por exemplo, pois haverá esforço, mas preservando as articulações. O fisioterapeuta explica ainda que há uma sequência recomendada para quem deseja progredir de forma segura, especialmente ao voltar à prática: 1º) Esteira: oferece baixo impacto e controle de intensidade, ideal para reabilitação e adaptação inicial. 2º) Areia fofa: exige mais esforço muscular com baixo impacto articular e ajuda a desenvolver força nas pernas e pés. 3º) Asfalto: é o retorno ao movimento natural, proporcionando um desafio maior, mas com mais impacto nas articulações. “A progressão gradual é essencial para evitar lesões e permitir a adaptação muscular e articular. Cada solo tem seu momento certo”, orienta o especialista. Cuidados específicos para cada tipo de solo Seja qual for o terreno escolhido, é importante saber que não deve-se começar a caminhar sem antes adotar cuidados específicos para evitar lesões. Na esteira: mantenha uma postura adequada e ajuste a velocidade gradualmente para evitar desequilíbrios. Apesar de segura, a esteira não substitui completamente a caminhada ao ar livre. Na areia: é importante caminhar com calçados adequados e, ocasionalmente, descalço para fortalecer a musculatura dos pés. Evite sobrecarga ou volume excessivo de treino, especialmente no início. No asfalto: é bom evitar terrenos inclinados ou irregulares, pois podem sobrecarregar músculos estabilizadores e causar tendinites. Use calçados com bom amortecimento para reduzir o impacto. “O volume excessivo de caminhada, independentemente do solo, é o maior vilão para iniciantes. O ideal é começar aos poucos e progredir com cautela”, reforça Yub. Caminhada na rua X na esteira Dúvidas comuns de quem caminha são as diferenças relacionadas à rua e à esteira. Causam o mesmo efeito? Oferecem os mesmos ganhos? O fisioterapeuta esclarece que o asfalto sempre oferece uma mecânica mais natural, diferentemente da esteira, equipada com amortecimento para reduzir o impacto nas articulações. “Na rua, você utiliza a musculatura exatamente como deve, fazendo a propulsão do corpo para frente. Já na esteira, o movimento é diferente, porque o tapete se move sob os pés, exigindo menos força”, esclarece Kauê Yub. Diante disso, a principal recomendação do especialista é alternar os dois tipos de terreno, especialmente para quem busca treinar para caminhadas longas ou desafios ao ar livre. Calçado é uma escolha individual A escolha do calçado ideal para caminhada varia conforme o formato do pé e o tipo de terreno. “Não existe um tênis perfeito para todos, mas é essencial que ele seja confortável e não machuque”, orienta o fisioterapeuta. Ao caminhar no asfalto, prefira opções com bom amortecimento para minimizar o impacto. Na areia, opte por modelos mais aderentes. Na esteira, escolha tênis leves e estáveis. Para chegar à melhor opção, o segredo é experimentar mais de uma alternativa até encontrar a que melhor se adapta às necessidades.

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