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Sabonete Infantil Líquido Sono Tranquilo 210ml – Baruel Baby

Sabonete para uso da cabeça aos pés. Sem lágrimas e hipoalergênico. Limpa e promove sensação de relaxamento.

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Shampoo Infantil Sono Tranquilo Refil 210ml
Shampoo Infantil Sono Tranquilo Refil 210ml

Quantidade

210 ml

Fragrância

Sono Tranquilo

Benefícios

• Sensação de conforto e relaxamento*
• Ideal para o sono
• Da cabeça aos pés
• Sem lágrimas
• Cheirinho de carinho
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Com ingredientes de origem natural
• Sem parabenos
• Sem corantes
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Aplique uma pequena quantidade do produto na mão e espalhe delicadamente, com movimentos suaves na cabecinha e no corpinho úmido do bebê até formar espuma cremosa.

Em seguida, enxágue bem.

Uso diário.

Resultado

Cabelo e corpinho limpos e perfumados com uma fragrância que promove conforto e relaxamento, além da segurança de um produto hipoalergênico ideal para o sono.

Limpeza da cabeça aos pés para bebês e crianças.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, SULFATO DE SÓDIO LAURETE, COCAMIDOPROPIL BETAÍNA, CLORETO DE SÓDIO, FENOXIETANOL, PERFUME, COCOATO DE GLICERILA PEG-7, DECIL GLICOSÍDEO, PALMATO DE GLICERILA HIDROGENADO PEG-200, SULFATO DE SÓDIO, BENZOATO DE SÓDIO, EDETATO DISSÓDICO, ÁCIDO CÍTRICO, SORBATO DE POTÁSSIO, CITRATO DE SÓDIO, ÁCIDO BENZOICO, LINALOL, AMINOMETILPROPANOL.

INGREDIENTS: AQUA, SODIUM LAURETH SULFATE, COCAMIDOPROPYL BETAINE, SODIUM CHLORIDE, PHENOXYETHANOL, PARFUM, PEG-7 GLYCERYL COCOATE, DECYL GLUCOSIDE, PEG-200 HYDROGENATED GLYCERYL PALMATE, SODIUM SULFATE, SODIUM BENZOATE, DISODIUM EDTA, CITRIC ACID, POTASSIUM SORBATE, SODIUM CITRATE, BENZOIC ACID, LINALOOL, AMINOMETHYL PROPANOL.

Mais sobre Sabonete Infantil Líquido Sono Tranquilo 210ml – Baruel Baby

Sabonete para bebês e crianças para uso da cabeça aos pés. Sem lágrimas, hipoalergênico, limpa e traz sensação de conforto e relaxamento.

O Sabonete Líquido Sono Tranquilo Baruel Baby limpa e cuida desde os cabelos até a pele delicada de bebês e crianças.

Sua fragrância é suave e contém notas de lavanda, que ajudam o bebê a acalmar, proporcionando uma agradável sensação de conforto e relaxamento* com o uso.

Hipoalergênico, oftalmo e dermatologicamente testado e sem corantes, o Sabonete Sono Tranquilo foi desenvolvido com ingredientes de origem natural para evitar alergias.

O cheirinho de carinho prolongado do Sabonete Sono Tranquilo é ideal para o sono.

*Sensação relacionada aos componentes da fragrância.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar na pele irritada ou lesionada. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com os olhos. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Participar da troca de fraldas gera autonomia e confiança
Troca e Fraldas

Participar da troca de fraldas gera autonomia e confiança

Chega um momento em que a criança deixa de ser apenas cuidada e passa a querer participar da própria rotina. Durante a troca de fralda, começam a avisar que fizeram cocô, querem escolher a fralda ou tentar ajudar a fechar o adesivo do item. Isso até pode parecer detalhe no dia a dia, mas tem ligação direta com a autonomia. A psicóloga Anastacia Brum explica que esse movimento costuma surgir entre 1 ano e meio e 3 anos de idade. Nesse período, a criança começa a demonstrar maior interesse pelos próprios cuidados e, também, pelo que acontece com seu corpo. “Esse comportamento sinaliza dois avanços importantes. O primeiro é o aumento da consciência corporal. Já o segundo é o fortalecimento da autonomia. A criança começa a perceber que tem vontades, preferências e que pode participar do que acontece com ela”, detalha. Os pequenos gestos já importam Quando a criança avisa que a fralda está suja, quer escolher qual modelo de fralda usar ou tentar colaborar durante a troca, ela está experimentando um novo lugar na rotina: o de participante ativa. Isso indica que está deixando a posição de total dependência e começando a construir protagonismo. De acordo com Anastacia, essas pequenas participações ajudam a desenvolver percepções importantes sobre si mesma. Ao notar que consegue colaborar e que o adulto confia em sua participação, a criança começa a formar ideias internas como: “eu consigo” e “minha ajuda é importante”. “A autoconfiança nasce da experiência concreta, não apenas de palavras de incentivo. Pequenas conquistas do cotidiano ajudam a construir uma base interna de segurança que será importante ao longo do desenvolvimento”, afirma a psicóloga. Organização e previsibilidade Para que a troca de fralda continue sendo um momento tranquilo mesmo com essa nova participação, a organização da rotina faz diferença. A orientadora parental e neuropsicóloga Bruna Vitorelli, da Mental One, reforça que a previsibilidade ajuda os pequenos a entenderem o que está acontecendo. Um bom exemplo disso é narrar as ações desde cedo, explicando o que está sendo feito durante os cuidados. Isso ajuda na compreensão da sequência e dá mais segurança. Afinal, na primeira infância, habilidades como planejamento, organização e autocontrole ainda estão em desenvolvimento. “Criar uma pequena rotina com começo, meio e fim previsíveis e oferecer uma tarefa simples e clara ajuda a criança a colaborar. Quando há previsibilidade, o cérebro reduz o estado de alerta e aumenta a chance de cooperação”, orienta a especialista. Pequenas tarefas geram autonomia É importante lembrar que participar da troca não significa que a criança precisa fazer tudo sozinha. Pequenas tarefas já são suficientes para estimular autonomia e senso de participação. Entre as possibilidades de ações simples estão: escolher qual fralda pegar; levar a fralda até o trocador; abrir o pacote de lenços umedecidos; jogar a fralda usada no lixo; colocar uma peça de roupa no cesto. Mesmo quando a ajuda ainda não é totalmente funcional, a intenção de participar indica desenvolvimento social e motivacional. “O ideal é validar a tentativa da criança, adaptar a tarefa e manter um clima de cooperação. Esses momentos cotidianos são oportunidades importantes de aprendizagem”, diz a orientadora Bruna Vitorelli. Outro ponto é que esse tipo de resposta fortalece a autoeficácia, conceito da psicologia do desenvolvimento ligado à confiança nas próprias capacidades.

Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?
Banho

Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?

Banheiro preparado, água morna, ambiente tranquilo. O banho deveria ser daqueles momentos de puro cuidado e acolhimento, mas, às vezes, o choro do bebê já começa na hora de tirar a roupinha e entrar na banheira. Será que a temperatura da água está por trás de tantas lágrimas? Alguns sinais respondem a dúvida e ajudam a resolver o caso. A pediatra Anna Dominguez, dos hospitais Sírio-Libanês e Vila Nova Star, explica que o choro no banho é comum, principalmente nos primeiros três meses de vida. Nessa fase, o sistema neurológico ainda é imaturo, e mudanças de temperatura, retirada da roupa e afastamento do colo podem gerar desconforto. “O banho envolve troca de estímulos, contato com a água e alteração de posição, o que pode ser intenso para quem ainda está se adaptando ao mundo”, avalia a médica. Não compreender a transição de ambiente também está entre os motivos. Temperatura faz diferença Sem dúvidas, a água pode ser um fator importante no choro. A recomendação é testar antes de colocar a criança na banheira. A parte interna do antebraço é uma boa referência: se o adulto sentir desconforto por estar muito fria ou muito quente, o bebê provavelmente também sentirá. Existe uma faixa considerada ideal e segura para a água: em torno de 34 °C. Termômetros próprios para banheira ajudam a garantir essa precisão, já que o teste de pele não conseguirá ser tão exato. Além do choro, o corpo costuma dar sinais claros de desconforto térmico: calor excessivo: pele avermelhada, suor, rosto ou corpo inchados, menor atividade e até sonolência; frio excessivo: palidez ou tom acinzentado, irritação, choro persistente e pele marmorizada. “Observar esses indícios físicos e comportamentais ajuda a diferenciar um incômodo pontual de algo que precisa ser ajustado”, orienta Anna Dominguez, que ministra cursos de atualização para outros médicos do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais fatores que podem incomodar Nem sempre o problema está na água. Excesso de estímulos tende a ser estressante para bebês pequenos. Isso porque, quanto mais barulho ou movimentação, maior será a agitação dos pequeninos. Para tornar o momento mais confortável e favorecer a adaptação, a pediatra recomenda: manter ambiente calmo e silencioso; preferir luz indireta; ter, no máximo, uma ou duas pessoas conduzindo a rotina; optar por banhos rápidos; utilizar a temperatura adequada. Por fim, cabe um alerta: se, mesmo após os três meses, o bebê continuar apresentando estresse intenso no banho ou se o choro for tão forte a ponto de fazê-lo perder o fôlego, é importante buscar avaliação médica. “Pele extremamente arroxeada também merece atenção, pois pode indicar algo além do desconforto térmico”, finaliza a médica.

Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos
Família

Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos

Escolher o nome do bebê é um momento especial, mas também pode rapidamente se transformar em tensão. Quando a família começa a opinar com sugestões, homenagens e tradições, o casal pode acabar se sentindo pressionado a justificar uma decisão que deveria ser íntima. Mais: o desacordo pode gerar debate inclusive entre os dois. Entender o que está por trás dessas opiniões sem abrir mão da autonomia pode ser um desafio extra na maternidade. A advogada Paloma Alves viveu isso na primeira gravidez. Ela sempre soube que, se tivesse uma menina, a filha se chamaria Isabelle. A convicção parecia inquestionável até descobrir que esperava gêmeas. Surgiu então o impasse: ela queria homenagear a avó materna, Clarice, enquanto o marido defendia o nome da própria avó, Cátia. O desacordo até virou discussão mais séria do casal. A sogra tentou ajudar: sugeriu um nome composto das avós, mas não houve acerto. Por fim, escutaram o conselho de pensar em uma terceira opção e decidiram por Esther. “Mas, na hora de registrar, ele me surpreendeu com Clarice e eu amei”, relembra a mãe das meninas de 3 anos. Por que o nome gera tanto conflito? A psicóloga Aline Carvalho explica que a escolha do nome costuma mobilizar significados emocionais profundos. O nome representa identidade, pertencimento, história e expectativas e, por isso, desperta projeções familiares, especialmente entre diferentes gerações. “O conflito não costuma ser apenas sobre o nome do bebê em si, mas sobre autonomia e reorganização dos lugares dentro do próprio sistema familiar”, afirma a profissional. Afinal, a gestação marca uma transição importante: o casal assume novas funções e passa a tomar decisões que simbolizam independência. Em famílias com limites pouco definidos, essa mudança pode gerar tensão. Emoções por trás das opiniões Para a especialista em comportamento, as interferências costumam estar ligadas a dinâmicas emocionais mais amplas. Entre elas: Tradição: que expressa a necessidade de continuidade entre gerações. Expectativas: muitas vezes associadas a tentativas inconscientes de reparar histórias passadas. Necessidade de controle: que pode surgir do medo de perder lugar ou influência. Isso porque, em momentos de grandes mudanças, como a chegada de um bebê, essas dinâmicas se intensificam. O debate sobre o nome passa a refletir dificuldades em lidar com as decisões dos pais e aceitar os ajustes dos limites familiares. Como estabelecer esses limites sem brigar O primeiro passo é comunicar o limite como um posicionamento firme e não como um pedido de aprovação dos parentes. “O casal pode expressar a decisão de forma clara, consistente e respeitosa, evitando justificativas excessivas ou disputas emocionais”, ensina a psicóloga. Manter o alinhamento entre os dois é essencial. Repetir a mesma mensagem com calma, sempre que necessário, reduz conflitos e preserva as relações, mesmo diante de divergências. Ao responder críticas ou sugestões insistentes, a orientação é acolher a intenção sem reforçar a interferência. Respostas breves, assertivas e sem carga emocional excessiva ajudam a encerrar o assunto sem escalada. Além disso, diferenciar acolhimento de concessão é uma estratégia eficaz: é possível agradecer o envolvimento dos avós e parentes e, ao mesmo tempo, reafirmar que a decisão final cabe somente aos pais daquele bebê. Quando proteger o momento Se as opiniões começam a gerar estresse durante a gestação, é fundamental priorizar a proteção da saúde mental. Algumas estratégias contribuem para a estabilidade emocional e o bem-estar materno: reduzir a exposição a conflitos; encerrar conversas invasivas; fortalecer o apoio entre o casal. Hoje, Paloma Alves olha para a história com mais serenidade. A mãe das gêmeas garante que a situação parece mais difícil quando se está grávida e que resolver tudo “na emoção” não é o melhor caminho. “Dê tempo às decisões. Você pode ouvir as opiniões, mas a escolha final é dos dois e precisa de segurança e leveza”, aconselha. Por fim, a psicóloga Aline Carvalho lembra que essa escolha é apenas a primeira de muitas decisões parentais que virão. Sendo assim, viver o momento com consciência emocional e limites bem definidos é fundamental para relações familiares mais saudáveis a longo prazo.

Meu filho de 4 anos não divide brinquedos: como agir?
Adaptação e Ambiente

Meu filho de 4 anos não divide brinquedos: como agir?

Por volta dos quarto ano de vida, a dificuldade de uma criança em dividir brinquedos costuma gerar constrangimento (sobretudo em locais públicos) e dúvidas nos pais. Embora interpretadas como egoísmo ou falta de limite, essas explosões costumam refletir imaturidade emocional própria da idade. Entender essa diferença é o primeiro passo para intervir com equilíbrio. Foi o que aconteceu com a social media Ana Sarah Lima, mãe de um menino de 4 anos. Os episódios começaram depois da entrada na creche e se repetiram nos encontros com primos. Em situações de disputa, ele insistia que o brinquedo era dele e reagia com choro ou resistência quando outra criança se aproximava. “No começo, eu briguei e disse que ele não podia ser egoísta, porque nós não agíamos assim com ele em casa. Depois, percebi que não era algo isolado e que eu precisava mudar a forma de ensiná-lo”, relata. Por que dividir é tão difícil? De acordo com a psicóloga clínica Patricia de Paula Costa, que atua com terapia cognitivo comportamental e atende crianças, esse comportamento é absolutamente esperado nessa fase. É quando o pequeno está no estágio pré-operatório descrito por Piaget, marcado pelo egocentrismo cognitivo. Isso significa que ainda não compreende plenamente o ponto de vista do outro. Não se trata de egoísmo moral, mas de limitação do desenvolvimento. Portanto, o que acontece nesse momento: A noção de reciprocidade ainda está em construção. A autorregulação emocional é imatura. A frustração é vivida de forma intensa e concreta. Não há repertório cognitivo suficiente para esperar ou negociar. “Ensinar a dividir exige paciência, repetição e formas lúdicas de conduzir a birra para que a criança se sinta ajudada, não invadida”, orienta a profissional. Explosão X sinal de alerta Nessa fase, há um descompasso natural entre desejo intenso, linguagem em expansão e capacidade limitada de autorregulação. O pensamento ainda é concreto e dicotômico, ou seja, sem meio-termo – o famoso “é meu” ou “não é justo”. Já o “escândalo” associado à recusa funciona como descarga emocional, não como manipulação intencional. A birra esperada costuma: surgir diante de frustração clara; durar pouco tempo; acontecer principalmente com figuras de apego; cessar após acolhimento ou limite. Enquanto isso, é importante prestar atenção em alguns sinais nas situações que a criança não quer dividir um brinquedo: frequência muito alta e em vários ambientes; agressividade persistente; dificuldade de se reorganizar mesmo após ajuda; prejuízo significativo nas relações sociais; escândalos sem contexto claro de frustração. Segundo a especialista, o critério central para diferenciar é o impacto funcional. Buscar entender se o comportamento está realmente prejudicando o desenvolvimento social e emocional da criança faz toda a diferença neste momento. Como agir no momento de gritaria infantil Vergonha e dúvida invadem a mente dos pais e cuidadores quando uma situação como essa acontece. No entanto, a chave é validar o sentimento e manter o limite. Lembre-se: educação respeitosa não é permissiva. Na prática, isso significa: autorregulação do adulto primeiro; abaixar-se na altura da criança; nomear a emoção; manter o limite com clareza; oferecer alternativa possível; evitar longas explicações racionais; não ceder apenas para cessar o choro. Sim! Ceder para acabar com o escândalo pode reforçar negativamente o comportamento e ensinar a criança a fugir da frustração em vez de aprender a regulá-la. Como ensinar a dividir brinquedos na prática A psicóloga clínica Patricia de Paula Costa reforça que compartilhar é uma habilidade individual e não uma obrigação moral. O comportamento se aprende com modelo, repetição e previsibilidade. E algumas estratégias podem ajudar: ensinar antes do conflito; brincar de revezamento (“minha vez, sua vez”); usar jogos simples que envolvam espera; reforçar positivamente quando a criança aguarda; separar previamente brinquedos que poderão ser compartilhados; criar combinados simples e sustentáveis. Foi o que fizeram Ana Sarah e o marido. Ao perceberem que brigar não funcionava quando o filho de quatro anos não queria dividir nada, eles passaram a encenar situações de divisão em casa, usando brincadeiras para ensinar revezamento. Hoje, o menino ainda tenta não compartilhar em alguns momentos, mas repensa quando recebe uma orientação mais clara e direcionada. “Ensinar a dividir não significa forçar a divisão. A empatia se desenvolve gradualmente e a criança aprende mais pela modelagem do que pelo discurso. O adulto precisa estar disposto a repetir incansavelmente, com calma, até dar certo”, finaliza a psicóloga.

Bebê deve tomar banho de sol? Pediatra tira as dúvidas
Hábitos Diários

Bebê deve tomar banho de sol? Pediatra tira as dúvidas

Por muitos anos, o banho de sol foi visto como parte quase obrigatória da rotina do bebê e, ainda hoje, a ideia de colocar o recém-nascido na luz solar para “fortalecer” ou ajudar na vitamina D ainda gera dúvidas entre pais e cuidadores. Será que essa prática é realmente recomendada? A pediatra Ana Maria Melo, do Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas, é direta sobre o assunto: não há recomendação médica para banho de sol em bebês, principalmente nos primeiros meses de vida. Isso porque, abaixo dos seis meses, a pele ainda é muito fina e sensível. “A camada da epiderme nessa fase é delicada e mais vulnerável à radiação solar. Por isso, expor o bebê ao sol como prática rotineira, mesmo com proteção, não faz parte das orientações pediátricas atuais”, esclarece a médica. E a vitamina D? O principal argumento a favor do banho de sol costuma ser a síntese de vitamina D. Essencial para o sistema imunológico e saúde óssea, a forma mais habitual de adquiri-la é com exposição solar. Só que isso não vale para os bebês. Apesar de se tratar de um grande benefício na pele, a especialista observa que a pediatria recomenda suplementar a vitamina D para os bebês até os dois anos. Ou seja, como a suplementação já é prescrita nesse período, o banho de sol não é visto como necessário para esse fim e passa a não ter nenhum benefício (ou indicação) nessa fase. Cenário muda depois dos seis meses Após completar seis meses, o bebê não precisa ser, necessariamente, exposto à luz solar direta - continua não havendo recomendação médica para isso. Mas como a situação pode ocorrer, são orientados cuidados totalmente indispensáveis, sobretudo até os dois anos. Entre as principais medidas, a pediatra Ana Maria Melo destaca: uso de proteção física, como roupinhas com proteção ultravioleta A e B; uso de filtro solar mineral específico para a faixa etária. O melhor horário Conforme a criança cresce e passa a ter mais autonomia, é natural ficar mais exposta ao ambiente. Idas à praia, brincadeiras no parque e o caminho para a escola são exemplos de uma rotina saudável, que inclui a luz e o calor do sol. Entretanto, essa exposição direta deve acontecer em momentos seguros. “Para crianças maiores, especialmente acima de dois anos, os horários considerados menos prejudiciais, com menor radiação, são antes das 10 horas e após as 16 horas”, ensina a médica. Jogo rápido Para não restarem dúvidas sobre banhos de sol em bebês e crianças, relembre as orientações: - Até seis meses: não se recomenda exposição solar. - Dos seis meses aos dois anos: não há recomendação, mas pode acontecer com barreiras (roupas específicas e protetores solares infantis). - Após os dois anos: pode ocorrer, preferencialmente até as 10 horas ou após as 16 horas. - Em qualquer idade: evitar exposição prolongada e em horários críticos e sempre seguir as orientações individuais do pediatra ou dermatologista.

Tédio na infância também é aprendizado e estímulo
Brincadeiras

Tédio na infância também é aprendizado e estímulo

Quando a criança diz que “não tem nada para fazer”, muitos adultos interpretam isso como um sinal de falha. Surge a tentação de oferecer uma tela, sugerir uma atividade ou preencher o silêncio rapidamente. Mas o tédio não significa ausência de estímulo: é uma pausa necessária para que algo novo surja. Vamos entender mais? Para a psicopedagoga e escritora Paula Furtado, o tédio é um estado de transição importante para o desenvolvimento infantil. Ele acontece quando não há um estímulo externo imediato e a criança precisa olhar para dentro e para o entorno para criar algo próprio. Esse “vazio” é, na verdade, um terreno fértil para imaginação e iniciativa. “O tédio é uma pausa que permite inventar. É nele que surgem a criatividade, a autonomia e a capacidade de brincar sozinha. Quando o adulto sustenta esse momento, ele está oferecendo uma oportunidade de crescimento emocional”, explica a profissional. Por que o tédio incomoda adultos Muitos pais e cuidadores sentem desconforto ao ver a criança entediada, porque associam o estado de pausa à negligência ou perda de tempo. A sensação de que é preciso entreter a qualquer instante pode despertar culpa, ansiedade ou a impressão de que algo está errado. Na prática, muitas vezes o adulto tenta silenciar o próprio incômodo. Só que o tédio saudável favorece habilidades fundamentais para a vida adulta. Isso porque ajuda o pequeno a: desenvolver criatividade ao inventar brincadeiras; fortalecer a autonomia ao decidir o que fazer; exercitar a autorregulação ao tolerar frustração e espera; construir iniciativa sem depender do responsável.   Esse processo não é simples. Pelo contrário, é inquieto e transitório. As crianças podem circular pela casa, observar objetos e até reclamar que estão sem ideias. Mas essa fase passa: depois dela, surge a brincadeira espontânea, um sinal de que o estado foi atravessado da forma mais saudável possível. Sinais de alerta O tédio deixa de ser positivo quando se torna persistente e acompanhado de sofrimento emocional. Alguns sinais chamam atenção para a necessidade de maior atenção e vínculo entre criança e adulto: apatia constante; tristeza frequente; isolamento excessivo; irritabilidade intensa; comportamentos regressivos.   Outro risco aparece quando a tela é oferecida como resposta automática ao vazio. Se o estímulo digital entra sempre como solução imediata, a criança deixa de aprender a atravessar o próprio tédio, prejudicando atenção, tolerância à frustração e imaginação. “Usar a tela constantemente pode, a longo prazo, empobrecer o brincar e dificultar a construção da autonomia emocional”, pontua a psicopedagoga Paula Furtado. Como não recorrer à tela Sustentar o tédio não significa abandonar a criança, mas confiar no processo. Frases simples como “pode ser chato mesmo” ou “veja o que você consegue inventar” ajudam a validar o sentimento sem resolver imediatamente a situação. Outras estratégias que favorecem esse atravessamento são: oferecer objetos não estruturados, como caixas, tecidos, papéis ou massinha; manter menos brinquedos disponíveis ao mesmo tempo; fazer convites abertos, como “o que daria para fazer com isso?”; estabelecer tempos claros para tela e, também, para ócio.   Paula reforça que o equilíbrio está na intenção. A tela pode existir, mas não como solução automática. Afinal, o tédio não é um problema a ser corrigido: é uma etapa a ser vivida. “Quando o adulto sustenta esse espaço com presença e confiança, a criança descobre ser capaz de criar sentido por conta própria”, finaliza.

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