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Sabonete Infantil Líquido Sono Tranquilo 210ml – Baruel Baby

Sabonete para uso da cabeça aos pés. Sem lágrimas e hipoalergênico. Limpa e promove sensação de relaxamento.

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Shampoo Infantil Sono Tranquilo Refil 210ml
Shampoo Infantil Sono Tranquilo Refil 210ml

Quantidade

210 ml

Fragrância

Sono Tranquilo

Benefícios

• Sensação de conforto e relaxamento*
• Ideal para o sono
• Da cabeça aos pés
• Sem lágrimas
• Cheirinho de carinho
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Com ingredientes de origem natural
• Sem parabenos
• Sem corantes
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Aplique uma pequena quantidade do produto na mão e espalhe delicadamente, com movimentos suaves na cabecinha e no corpinho úmido do bebê até formar espuma cremosa.

Em seguida, enxágue bem.

Uso diário.

Resultado

Cabelo e corpinho limpos e perfumados com uma fragrância que promove conforto e relaxamento, além da segurança de um produto hipoalergênico ideal para o sono.

Limpeza da cabeça aos pés para bebês e crianças.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, SULFATO DE SÓDIO LAURETE, COCAMIDOPROPIL BETAÍNA, CLORETO DE SÓDIO, FENOXIETANOL, PERFUME, COCOATO DE GLICERILA PEG-7, DECIL GLICOSÍDEO, PALMATO DE GLICERILA HIDROGENADO PEG-200, SULFATO DE SÓDIO, BENZOATO DE SÓDIO, EDETATO DISSÓDICO, ÁCIDO CÍTRICO, SORBATO DE POTÁSSIO, CITRATO DE SÓDIO, ÁCIDO BENZOICO, LINALOL, AMINOMETILPROPANOL.

INGREDIENTS: AQUA, SODIUM LAURETH SULFATE, COCAMIDOPROPYL BETAINE, SODIUM CHLORIDE, PHENOXYETHANOL, PARFUM, PEG-7 GLYCERYL COCOATE, DECYL GLUCOSIDE, PEG-200 HYDROGENATED GLYCERYL PALMATE, SODIUM SULFATE, SODIUM BENZOATE, DISODIUM EDTA, CITRIC ACID, POTASSIUM SORBATE, SODIUM CITRATE, BENZOIC ACID, LINALOOL, AMINOMETHYL PROPANOL.

Mais sobre Sabonete Infantil Líquido Sono Tranquilo 210ml – Baruel Baby

Sabonete para bebês e crianças para uso da cabeça aos pés. Sem lágrimas, hipoalergênico, limpa e traz sensação de conforto e relaxamento.

O Sabonete Líquido Sono Tranquilo Baruel Baby limpa e cuida desde os cabelos até a pele delicada de bebês e crianças.

Sua fragrância é suave e contém notas de lavanda, que ajudam o bebê a acalmar, proporcionando uma agradável sensação de conforto e relaxamento* com o uso.

Hipoalergênico, oftalmo e dermatologicamente testado e sem corantes, o Sabonete Sono Tranquilo foi desenvolvido com ingredientes de origem natural para evitar alergias.

O cheirinho de carinho prolongado do Sabonete Sono Tranquilo é ideal para o sono.

*Sensação relacionada aos componentes da fragrância.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar na pele irritada ou lesionada. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Evitar contato com os olhos. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?
Primeiros Fios

Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?

Alguns pais ficam preocupados quando o bebê completa o primeiro ano de vida e apresenta poucos fios de cabelo. Além da frustração de quem idealizou penteados e da comparação com outras crianças mais cabeludas, surge o medo de aquilo indicar algo grave. Mas vale saber que normalmente essa situação faz parte do desenvolvimento natural. Conforme explica a dermatologista Luiza Turner, da clínica Total Kids, é bastante comum que crianças nessa idade ainda tenham menos cabelo aparente. Isso acontece porque as estruturas responsáveis pelo crescimento do cabelo, conhecidas como folículos capilares, ainda estão em fase de maturação. “Na grande maioria dos casos, ter poucos fios é completamente normal e não representa doença. O crescimento capilar infantil é gradual, e cada criança tem o seu próprio ritmo”, assegura a especialista. Bebês com menos cabelo Sem uma regra universal, a quantidade de fios e o próprio crescimento deles varia para cada pessoinha. Enquanto alguns bebês nascem cabeludos, outros apresentam fios bem fininhos ou até menos cabelo durante o primeiro ano de vida. Segundo a médica, essa diferença costuma estar relacionada a fatores individuais, como genética familiar, espessura natural do fio, etnia e fase do ciclo capilar. Em muitos casos, inclusive, a genética explica boa parte dessas diferenças. Se os pais tiveram pouco cabelo na infância, por exemplo, é bastante provável que a criança apresente um padrão semelhante. Quando é hora de investigar “A recomendação é aguardar até os dois anos de idade para investigar crescimento capilar reduzido, desde que a criança esteja saudável e sem sinais associados”, orienta a especialista Luiza Turner. Mas existem alguns sinais que merecem atenção: áreas completamente sem cabelo (falhas bem definidas); queda de cabelo progressiva; lesões ou descamação no couro cabeludo; alterações no desenvolvimento. Nesses casos, a avaliação médica com pediatra ou dermatologista pode tirar dúvidas, tranquilizar a família e investigar possíveis alterações dermatológicas, genéticas ou nutricionais, se necessário. Adote só cuidados comprovados Mesmo quando o bebê tem poucos fios, alguns cuidados simples ajudam a manter o couro cabeludo saudável durante essa fase. O mais importante é manter hábitos básicos e evitar práticas que possam prejudicar o crescimento capilar. A dermatologista também recomenda: manter uma alimentação equilibrada; realizar a higiene adequada com shampoo infantil suave; evitar tração excessiva nos cabelos, como penteados apertados ou uso frequente de elásticos; não utilizar produtos químicos. “Raspar o cabelo ou usar produtos que prometem ‘fortalecer’ os fios não altera a espessura, a velocidade de crescimento ou o número de cabelos. Isso ocorre de forma fisiológica com o desenvolvimento da criança”, reforça Luiza.

Rotina de sono: 5 erros mais comuns de pais novatos
Sono e Soneca

Rotina de sono: 5 erros mais comuns de pais novatos

Organizar o sono de um bebê parece simples na teoria, mas costuma ser um dos maiores desafios para pais de primeira viagem. Na tentativa de ajudar, muitos acabam adotando hábitos que, sem perceberem, dificultam o adormecer e a consolidação do sono. A boa notícia é que ajustes pontuais e consistentes podem fazer grande diferença. “Alguns deslizes se repetem com frequência nas famílias que estão começando essa jornada. Eles envolvem desde ambiente inadequado até expectativas irreais sobre o ritmo biológico da criança”, observa a otorrinolaringologista Saramira Bohadana, especialista em sono infantil do Grupo Santa Joana. De acordo com a médica, o sono não se ajusta de forma imediata e exige previsibilidade para amadurecer. No entanto, é comum que, nos primeiros meses, os pais e cuidadores tenham dificuldade em entender que se trata de um processo. Erros mais comuns A má higiene do sono é um dos pontos que mais impactam negativamente o descanso infantil. Quando os horários de dormir e despertar variam muito, o ciclo circadiano encontra mais dificuldade para se organizar. Entre os erros mais frequentes na rotina de sono, estão: 1. Permitir que a criança durma na cama dos pais, em vez de ter berço ou cama própria. 2. Estabelecer horário de dormir muito tarde ou sem regularidade. 3. Acostumar o bebê a adormecer apenas com artifícios como colo ou balanço. 4. Oferecer tempo de tela prolongado. 5. Manter uma má higiene do sono. Criar uma rotina previsível ajuda o cérebro da criança a compreender que o dia está terminando. Assim, o preparo para dormir deve incluir atividades relaxantes, como leitura e histórias, além de redução da luminosidade e afastamento de estímulos. O que evitar e o que fazer O excesso de estímulos antes de dormir ativa o estado de alerta do cérebro quando ele deveria desacelerar. Por isso, é importante evitar luz intensa, telas e brincadeiras agitadas. Criar uma zona de transição de 30 a 60 minutos com ambiente calmo e iluminação reduzida também costuma ajudar. “A confusão não está em oferecer colo ou peito, especialmente nos primeiros meses, mas em fazer com que o bebê dependa exclusivamente disso para pegar no sono e voltar a dormir após despertares”, esclarece a especialista Saramira Bohadana. Além disso, alguns sinais indicam que a janela do sono está chegando, como olhar perdido, quietude e menor interação. Não os interpretar na hora certa (ou confundi-los) pode levar o nenê ao supercansaço, com a liberação de cortisol e adrenalina, o que paradoxalmente dificulta ainda mais o adormecer. Dicas de ouro Embora poucos pais e cuidadores saibam, a ansiedade dos adultos interfere diretamente na construção do sono saudável. Mudar frequentemente de estratégia, ter expectativa de resultados imediatos e buscar por soluções rápidas gera inconsistência e confunde o pequenino, que precisa de repetição para aprender. Há também diferenças importantes conforme a criança cresce: Nos primeiros meses de vida, os erros estão ligados à interpretação do funcionamento biológico e às expectativas irreais sobre longos períodos de sono. Após os 4 a 6 meses, surgem desafios comportamentais, associações mais rígidas, resistência para dormir e maior impacto da irregularidade de horários, com retirada de sonecas, transição para a cama e medo do escuro, por exemplo. “A dica de ouro é buscar consistência, não perfeição. Escolher horários aproximados para acordar, respeitar as janelas de sono e manter um ritual simples e repetido todos os dias já promove grande diferença”, finaliza a médica.

O bebê ainda não entende, mas a leitura já funciona
Historinhas

O bebê ainda não entende, mas a leitura já funciona

Antes mesmo de acompanhar e compreender a história, o bebê já ganha muito quando alguém lê para ele. Isso porque, nos primeiros meses de vida, a leitura vai muito além do enredo: envolve voz, colo, contato e afeto que estimulam o desenvolvimento e fortalecem os vínculos. É por isso que o hábito pode entrar cedo na rotina, em momentos simples do dia. Para Adelir Marinho, doutora em educação e pesquisadora da infância, esses momentos expõem o bebê a diferentes sons, ritmos, palavras e expressões, contribuindo para desenvolver a linguagem, a atenção e a memória, além de aumentarem a aproximação com os pais e cuidadores. "Antes mesmo de aprender a ler, a criança começa a perceber que o livro é um objeto de prazer, acolhimento e descoberta. Essa troca também favorece a linguagem receptiva, ou seja, a capacidade de compreender a fala antes mesmo de falar", explica a profissional. Muito além da história Quando um adulto lê para um bebê, não é apenas a narrativa que importa. A voz, a entonação, a repetição e o contato físico que fazem parte dessa experiência ajudam a criar um ambiente seguro e acolhedor. Para tornar esse momento ainda mais rico, a especialista indica: usar diferentes entonações e ritmos durante a leitura; reler a mesma história sem receio, já que a repetição fortalece a memória, amplia o vocabulário e ajuda a reconhecer padrões da linguagem; manter contato visual, sorrir e ficar próximo da criança; permitir que ela toque o livro, observe as imagens e, quando já for maiorzinha, vire as páginas. A leitura não precisa seguir regras rígidas: pode acontecer antes de dormir, depois do banho ou em qualquer parte tranquila do dia. O mais importante é que seja um momento leve, sem cobranças ou expectativa de atenção plena. Se o bebê não quiser ouvir a história Sem frustrações: é completamente esperado que o bebê não se envolva com a leitura. Nos primeiros meses e anos de vida, o interesse dele, muitas vezes, está mais nas imagens, nas cores ou até mesmo no próprio livro do que na sequência da narrativa. "Nesses momentos, vale comentar as imagens, nomear os objetos e respeitar o ritmo da criança. Quando acompanhamos a leitura com leveza e sem cobranças, ela se transforma em uma experiência prazerosa e fortalece o vínculo entre ambos", destaca a pesquisadora Adelir. Por isso, na hora de escolher os livros, prefira modelos resistentes, como os de pano, banho ou cartonados. Imagens grandes, cores contrastantes, pouco texto, linguagem simples, rimas, repetições, temas do cotidiano e elementos interativos (como abas e diferentes texturas) tornam a experiência ainda mais interessante. Como criar hábito desde cedo Não existe uma idade ideal para começar, mas a leitura pode fazer parte da rotina desde o nascimento. Afinal, o mais importante não é terminar um livro ou ler por muito tempo e, sim, criar momentos frequentes de interação e afeto. É justamente dessas experiências afetivas que nasce a relação da criança com os livros. Ou seja, em qualquer fase da vida vale compartilhar esse momento com leveza, respeitando o tempo do bebê e a experiência sobre acolhimento, descoberta e conexão. "O que realmente faz diferença é a constância dessas pequenas interações. Quando a criança cresce em um ambiente em que os livros fazem parte do cotidiano e percebe que a leitura é valorizada, aumenta a probabilidade de desenvolver uma relação positiva com esse universo", finaliza a especialista.

Criança pequena pode tomar banho de sol? Descubra!
Doenças e Dores

Criança pequena pode tomar banho de sol? Descubra!

A exposição ao sol faz parte da rotina de muitas famílias, mas, durante o início da primeira infância, o assunto requer mais cuidado e costuma vir repleto de dúvidas. Afinal, o sol é aliado da saúde ou pode representar riscos às crianças pequenas? A resposta passa, antes de tudo, por equilíbrio e informação de qualidade. Para o pediatra Antônio Carlos Turner, da clínica Total Kids, o ponto central é a segurança fotobiológica. O sol é vital para a síntese de vitamina D e para a regulação do ciclo circadiano, mas a pele infantil ainda é mais fina e sensível que a do adulto. “O foco precisa ser colher os benefícios dessa exposição sem provocar danos oxidativos ou queimaduras. Não se pode ultrapassar o limite de segurança da pele infantil”, esclarece o médico. Benefícios e diferenças conforme a idade Embora a suplementação de vitamina D seja conduta padrão durante os primeiros meses de vida, a exposição à luz natural, quando permitida, é benéfica: auxilia na regulação do humor e na consolidação do ritmo biológico. Além disso, o contato com a claridade ajuda o cérebro a compreender os ciclos de dia e noite. De acordo com o especialista, as orientações gerais variam conforme a idade: Bebês até 6 meses: a exposição não deve acontecer ou deve ser mínima e muito controlada. Nessa fase, o sol deve ser apenas indireto, já que o uso de protetor solar não é recomendado. Crianças maiores: com barreira cutânea mais madura, a garotada pode (e deve) usar fotoproteção, o que permite atividades ao ar livre por períodos mais longos, respeitando horários adequados. Além disso, para a síntese de vitamina D, exposições curtas de 10 a 15 minutos, três vezes por semana, costumam ser suficientes para áreas pequenas, como braços e pernas. Para lazer, o tempo pode ser maior, desde que haja proteção adequada. Horário, local e uso de protetor Os melhores horários para a exposição são antes das 10h e após as 16h, quando a incidência de raios UVB é menor. Isso porque, entre esse período, a radiação ultravioleta atinge seu pico de intensidade e deve ser evitada. “O ideal é que o banho de sol aconteça ao ar livre. O vidro das janelas bloqueia a maioria dos raios UVB, que são justamente os responsáveis pela síntese de vitamina D na pele. E o contato com o ambiente externo também estimula o desenvolvimento sensorial da criança”, ressalta o pediatra Antônio Carlos Turner. Vale lembrar que, a partir dos 6 meses, o uso de protetor solar torna-se indispensável em qualquer exposição direta ou prolongada, priorizando produtos com filtros físicos, de barreira mineral, e específicos para a idade. Cuidados essenciais e situações de cautela Para evitar riscos como queimaduras, insolação ou ressecamento da pele, o profissional orienta cuidados fundamentais: oferecer água constantemente, garantindo hidratação adequada; investir em proteção física, como chapéus com abas, roupas com proteção UV e óculos escuros de qualidade; observar os sinais da pele: se ficar levemente rosada, indica que o limite seguro foi atingido. Em alguns casos, o banho de sol deve ser evitado ou feito com cautela redobrada. Por isso, é importante consultar o pediatra antes da exposição solar, especialmente para crianças que: utilizam medicações fotossensibilizantes, como alguns antibióticos; tenham histórico de dermatite atópica severa; estejam com febre ou processos infecciosos agudos. Por fim, o pediatra Antônio Carlos destaca que esse momento também pode ser uma oportunidade de interação. Desconectar-se das telas e brincar ao ar livre fortalece não apenas a saúde física, mas também a saúde emocional da criança.

5 sinais que a criança testa o espaço antes de confiar nele
Adaptação e Ambiente

5 sinais que a criança testa o espaço antes de confiar nele

Entrar em um ambiente novo não é tarefa simples para todas as crianças. Antes de brincar, fazer amizades ou se soltar mais, algumas passam por um período de observação e experimentação do espaço. Esse movimento faz parte do processo saudável de adaptação e os adultos devem respeitá-lo. “Dizer que a criança ‘testa’ um lugar significa reconhecer que ela precisa experimentá-lo – com o corpo, com as emoções e com o vínculo – antes de se sentir segura. Ela observa, explora, se aproxima, se afasta e testa limites e reações dos adultos”, explica a psicopedagoga e escritora Paula Furtado. Segundo a profissional, esse teste é uma forma saudável de ela perguntar, mesmo sem palavras: “aqui é seguro? Eu pertenço a este lugar? Posso ser quem eu sou aqui?”. A criança precisa viver essa experiência para então se sentir realmente confiante. Sinais de que o local está sendo testado Quando estão mapeando emocionalmente o ambiente, as crianças costumam apresentar comportamentos característicos. Entre os sinais mais comuns estão: 1. Ficar mais próxima do adulto de referência. 2. Circular pelo espaço sem se fixar em uma atividade. 3. Observar mais do que participar. 4. Testar regras, perguntando “posso subir aqui?” ou “posso entrar ali?”. 5. Oscilar entre curiosidade e retraimento. A educadora reforça que esse processo é fundamental para a construção da sensação de segurança e pertencimento. Ao testar o espaço, os pequenos entendem como funciona, quais são os limites, como os adultos reagem e se suas necessidades serão acolhidas. Só depois disso eles conseguem relaxar e ter mais autonomia. Em contextos diferentes, o teste do espaço pode assumir formas variadas: Na escola: pode surgir como choro durante a adaptação, dificuldade de separação ou resistência às propostas iniciais. Na casa de familiares: a criança pode ficar mais quieta ou, ao contrário, testar regras. Em espaços públicos: tende a buscar colo, evitar interações ou se movimentar sem um foco específico. Além disso, crianças diferentes testam os ambientes de maneiras distintas. Idade, temperamento (mais sensível, expansivo ou cauteloso), experiências anteriores, como mudanças bruscas ou separações, e a qualidade dos vínculos influenciam diretamente o ritmo desse processo. “Algumas precisam de mais tempo e isso não é sinal de problema, mas de sensibilidade”, avalia a psicopedagoga Paula Furtado. Confiança X pedido de ajuda Vale saber que nem sempre a resistência é birra. Recusas, choros, silêncio, oposição ou regressões temporárias também podem ser tentativas de entender quais são os limites daquele espaço e quem será o cuidador ali. Nesses casos, os adultos devem: respeitar o tempo da criança; nomear os sentimentos; manter rotinas previsíveis; serem firmes e acolhedores ao mesmo tempo; evitar comparações. A especialista garante que, com o passar do tempo, o lugar deixa de ser ameaçador e passa a ser percebido como “pertencente”. Quando isso acontece, a criança costuma: brincar com mais espontaneidade; se afastar do adulto com segurança; expressar emoções com mais clareza; criar vínculos; demonstra curiosidade e iniciativa. Por fim, Paula reforça que os testes são ótimos sinais de inteligência emocional em construção. A pressa vem do adulto, mas o tempo é da criança. No entanto, se o desconforto for intenso, persistente e impactar o desenvolvimento, o sono, a alimentação ou as relações, é hora de buscar apoio profissional.

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro
Banho

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro

O banho do recém-nascido é daqueles momentos que mais despertam insegurança nos pais. Medo do bebê escorregar, de se afogar, de a água entrar no ouvido ou de não saber segurar direito estão entre os receios comuns registrados nas primeiras semanas. O cuidado envolve confiança e adaptação, mas algumas dicas podem ajudar. Antes do primeiro banho da filha, a relações públicas Ana Cristina, 28 anos, tentou se preparar ao máximo. Ela e o marido fizeram cursos, assistiram a vídeos, leram livros e até deram banho em bebês de amigos, mas ainda assim o receio persistia. O maior medo era de afogamento na banheira ou de o suporte dela ceder. A solução veio ao optar pelo chuveiro, no colo e com a água controlada. Isso trouxe mais segurança à mãe, que conseguiu finalmente relaxar e aproveitar o momento de verdade. “Parece que meu medo desapareceu e pude curtir o banho da minha filha pela primeira vez”, lembra. Por que banho gera tanto medo Para a enfermeira obstetra Karina Trevisan, o medo do banho está muito ligado ao desconhecido. Afogar o bebê ou deixá-lo escorregar são os receios mais frequentes, especialmente nas primeiras experiências. Também surgem dúvidas sobre a necessidade do banho diário, principalmente quando há muitas trocas no dia. “Essa avalanche de questionamentos mostra que o medo não está apenas na técnica, mas no excesso de informação e na falta de confiança. A própria preparação da banheira pode aumentar a tensão de quem está inseguro: montar, encher, organizar”, acrescenta a especialista em cuidados da saúde. A temperatura é outro ponto de insegurança dos cuidadores. Nos dias frios, a dica é aquecer o próprio ambiente antes de começar o banho, o que ajuda na sensação de aconchego. Já no calor, o bebê regula melhor a temperatura, mas o local ainda precisa estar com um clima confortável. Dicas que aumentam a confiança Você sabia que o bebê não tem medo de água? Ou que não é ruim cair água no rosto ou no ouvido dele, por exemplo? Embora muitos pais imaginam isso, o bebezinho costuma até aproveitar o momento. Por isso, a confiança deve vir do adulto. Quanto mais centrado e consciente do que está fazendo, mais tranquila será a experiência. Algumas dicas podem ajudar a “destravar”: 1. Testar a temperatura da água no antebraço, garantindo que esteja morna, sem necessidade obrigatória de termômetro. 2. Enrolar o bebê em uma fraldinha no início, tanto na banheira quanto no chuveiro, para dar mais segurança. 3. Apoiar o corpo do bebê junto ao do adulto e segurar a cabeça com firmeza. 4. Ter atenção ao virar o bebê na banheira para não molhar o rosto inadvertidamente. 5. Iniciar o banho pela cabeça, especialmente na imersão, antes de mergulhar totalmente o corpo. 6. Evitar estímulos excessivos e tornar o momento menos técnico e fluido. 7. Considerar o banho de chuveiro como alternativa prática e calmante. 8. Observar como o bebê reage após o banho (alguns ficam mais relaxados, outros mais despertos) para escolher o melhor horário. 9. Se o banho noturno favorecer um sono mais longo, aproveitar para descansar junto com o bebê. 10. Manter uma rotina, mas entendendo que cada família pode adaptar o horário conforme a resposta da criança. “A dica-chave é confiar. Existe um instinto por trás da maternidade e da paternidade. Você é capaz de dar banho no seu bebê de uma maneira tranquila”, afirma a enfermeira obstetra Karina Fernandes Trevisan. Quando a segurança chega Na experiência de Ana Cristina, entender que não existe só um jeito correto para o banho acabou mudando a percepção. “Tudo bem não usar a banheira e optar pelo chuveiro. Isso não nos torna menos pais. Considere a melhor opção para a sua família”, diz. Nesse sentido, a especialista alerta os pais a não deixarem que comentários inseguros ou opiniões alheias interfiram nesse momento. Avós e familiares costumam transmitir seus próprios medos, mas o banho só deve ter espaço para troca, carinho e confiança. “Um ambiente calmo, uma conversa durante o banho, a sensação de segurança no toque e a confiança de quem conduz fazem com que o momento se torne mais prazeroso e menos cercado de tensão. Outra pessoa não precisa assumir isso por insegurança dos pais”, finaliza Karina.

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