Desodorante para os Pés Jato Seco Menta Fresh 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés jato seco com frescor da menta. Combate 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos.
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Desodorante para os pés jato seco com frescor da menta. Combate 99% dos fungos e bactérias. Não deixa resíduos.
ComprarQuantidade
150 ml
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Agite antes de usar o Tenys Pé Menta Fresh Jato Seco
Aplique o produto a uma distância de 15 cm dos pés.
Espere secar antes de calçar meias e/ou calçados.
Resultado
O jato seco proporciona rápida absorção e não deixa resíduos visíveis nos pés.
Pés secos e cheirosos com proteção diária.
Pés livres de fungos* e bactérias**
Ingredientes
INGREDIENTS: BUTANE, PROPANE, ISOBUTANE, ALCOHOL, PARFUM, CYCLOPENTASILOXANE, ISOPROPYL PALMITATE, DECYLENE GLYCOL, CAMPHOR, BENZYL SALICYLATE, LINALOOL, LIMONENE, COUMARIN, GERANIOL, CITRONELLOL.
Mais sobre Desodorante para os Pés Jato Seco Menta Fresh 92g / 150ml – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés Tenys Pé Baruel Menta Fresh Jato Seco oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. O poder refrescante da menta é ideal para climas quentes.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
Não deixa resíduos e é fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Menta Fresh Jato Seco elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Menta Fresh possui o poder refrescante da menta.
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Usar sob orientação de um adulto. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas seguindo as instruções do modo de uso. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação suspender imediatamente o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco. Não indicado para cuidados íntimos. Inflamável. Não perfurar, nem incinerar, mesmo depois de vazio. Recipiente sob pressão: pode estourar se aquecido. Mantenha a lata longe do calor, superfícies quentes, faíscas, chamas abertas e outras fontes de ignição. Não pulverize sob chamas e outras fontes de ignição. Não expor ao sol nem a temperaturas superiores a 50°c. Proteger os olhos durante a aplicação. Não reutilizar a embalagem para outros fins.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Por que causa bolha no pé?
Há exceções, é claro, mas usar um sapato novo que falta lacear ou caminhar por muito tempo com um sapato apertado quase sempre resulta em bolhas. O incômodo que quase tira o pé de circulação causa dores e desconfortos que não passam despercebidos. Além disso, sem o cuidado adequado, bolhas podem até infeccionar. Afinal, por que elas surgem e como evitá-las? De acordo com a podóloga Luciana Alves, especialista em técnicas de relaxamento e docente do curso técnico de podologia, as bolhas são mecanismos de defesa do corpo. “Surgem quando há atrito ou pressão excessiva sobre a pele. Isso faz com que a camada superficial descole e o organismo preencha o espaço com um líquido chamado exsudato, que protege a região e ajuda na cicatrização”, explica a profissional. A culpa é dos sapatos? O atrito e a pressão levam à formação de bolhas e os sapatos desconfortáveis são os principais vilões dessa história. Porém, não são os únicos culpados. Segundo Luciana, meias inadequadas, suor excessivo ou a prática de esportes sem proteção também podem favorecer o surgimento. “As áreas mais afetadas são aquelas onde o atrito é maior, como o calcanhar, a lateral dos pés, a sola e entre os dedos”, detalha a podóloga. Assim, quem usa calçados apertados, percorre longas distâncias ou realiza atividades intensas tende a conhecer bem esse problema. Para quem nunca teve o problema e pergunta se as bolhas doem, a resposta não é tão animadora. Infelizmente, sim – e não é pouco! Isso acontece porque as terminações nervosas da pele são pressionadas. Por isso, até pequenos movimentos tendem a ser desconfortáveis, sem frescura ou exagero. A profissional dos pés esclarece que a área fica naturalmente mais sensível e irritada, causando tais desconfortos. Estourar bolhas: sim ou não Estourá-las até pode parecer a solução, mas a recomendação unânime é: não estoure. A podóloga afirma que o ideal é deixar a bolha quieta para evitar infecções, que podem agravar o quadro. “Se for pequena e não causar dor, ela deve ser protegida com curativos específicos, como os de silicone ou hidrocoloide, que aliviam a pressão”, orienta. No entanto, em casos de bolhas grandes ou muito dolorosas, o procedimento de estourar pode ser necessário, mas só deve ser realizado por um profissional qualificado, já que envolve drenagem do líquido, esterilização e proteção, entre outros cuidados. Como tratar bolhas corretamente O tratamento envolve proteger a área e manter a pele livre de contaminações. O passo a passo recomendado pela docente: 1. Não estoure! Em vez disso, proteja com curativos que aliviam a pressão; 2. Se for necessário drenar, procure um profissional qualificado. Caso seja urgente, certifique-se de que a agulha a ser usada está esterilizada e que haverá boa higienização da área, antes e depois; 3. Proteja o local após o procedimento com curativos adequados para evitar atrito e infecções; 4. Evite andar descalço, pois a sujeira pode piorar a situação e retardar a cicatrização. Dá para prevenir bolhas? A boa notícia é que sim. É possível prevenir o surgimento de bolhas com alguns cuidados simples, como: Uso de sapatos confortáveis e com o tamanho adequado, nem muito folgados, nem muito apertados; Escolha de meias que absorvam o suor e reduzam o atrito; Durante a prática de esportes com calçados novos, recomenda-se o uso de adesivos protetores ou almofadinhas de silicone nas áreas mais sensíveis. Diferencie bolhas de machucados Saber se é mesmo uma bolha ou outro tipo de machucado é necessário para entender a melhor maneira de tratar o incômodo. Nesse sentido, a especialista lembra que as bolhas têm um aspecto bem característico: são pequenas “bolsinhas” cheias de líquido. “Nem todo machucado causado por sapato desconfortável vira bolha. O atrito pode formar calos ou feridas rasas”, ressalta. “Mas, se houver líquido acumulado e inchaço, então é uma bolha”. Vale lembrar que, se as bolhas aparecerem com frequência ou não melhorarem com os cuidados caseiros, o ideal é procurar um podólogo.
Massagem nos pés pós-praia alivia inchaço e desconforto
Depois de um dia de sol e caminhadas na areia, é comum sentir os pés cansados, sensíveis e até inchados. A boa notícia é que uma massagem bem feita devolve leveza, melhora a circulação e ajuda o corpo a se recuperar do calor. Tudo isso com técnicas simples que podem ser reproduzidas em casa. Karine Mariano, massoterapeuta especialista em terapia integrativa, destaca que a massagem pós-praia reativa a circulação, reduz o inchaço e libera tensões da planta do pé e dos tornozelos. Dessa maneira, potencializa o relaxamento iniciado pelo próprio contato com o mar e areia - a última atua como relaxante muscular leve graças ao sódio natural contido em sua estrutura. Pés inchados e doloridos pós-praia? “Caminhar na areia exige mais dos músculos estabilizadores, como tornozelos e panturrilhas. Somado à vasodilatação do calor, favorece o acúmulo de líquidos. Além disso, o atrito da areia pode sobrecarregar a fáscia plantar e deixar a região sensível”, descreve. O esforço extra para estabilizar o corpo na areia somado ao calor leva à vasodilatação e à retenção de líquido, gerando o que chamamos de edema – popularmente conhecido como inchaço. Isso porque a textura da areia, embora benéfica para a propriocepção, pode aumentar a sensibilidade da fáscia plantar. Por essa razão, depois da praia é comum sentir peso, rigidez e até um certo desconforto nos pés e nas pernas ao fim do dia. A boa notícia é que a sensação é passageira e uma boa massagem, com as técnicas certas, tende a resolver a situação. Técnicas, tempo e produtos Para uma sessão eficiente em casa, Karine recomenda unir técnicas de massagem relaxante, alongue massage e reflexologia em uma sequência contínua de 15 a 25 minutos, tempo suficiente para restaurar a circulação sem hiperestimular tecidos sensibilizados pelo sol. Veja cada passo: Deslizamento profundo do calcanhar aos dedos, em ritmo contínuo, para ativar a circulação e favorecer a drenagem; Amassamento leve e rítmico nas áreas mais tensas, soltando a fáscia plantar e diminuindo a sobrecarga dos músculos estabilizadores; Movimentos circulares no arco do pé, com a polpa dos polegares, para liberar pontos de tensão e aumentar a flexibilidade; Alongue massage (com pressão e deslizamento) suave nos dedos e nos tornozelos, promovendo mobilidade articular e alívio das microtensões após longas caminhadas; Pressões reflexológicas em pontos de rins, fígado e sistema linfático (leia abaixo), estimulando desintoxicação e equilíbrio energético; Bombagens (pressão rítmica, intermitente e controlada) suaves na região dos tornozelos (maleolares) para drenar líquidos. Se for possível, finalize com compressas frias ou óleo essencial de hortelã-pimenta para equilibrar a temperatura dos tecidos. “Para o deslizamento, prefira óleos vegetais leves e calmantes, como semente de uva ou coco. Pode-se aromatizar com lavanda, hortelã-pimenta e cipreste para sensação refrescante e apoio à drenagem”, indica a massagista. Ela ressalta: “Se houver sensibilidade ou leve queimadura solar, evite produtos com álcool, cânfora ou mentol.” Movimentos seguros de autocuidado Depois do banho, vale manter a rotina com gestos simples que prolongam o alívio sem exigir experiência prévia. Nesse sentido, a profissional recomenda: Pressionar o centro da planta do pé com o polegar e soltar lentamente; Rolar uma bolinha de tênis sob a planta do pé para soltar a fáscia; Massagear o dorso até o tornozelo com as duas mãos, em movimentos ascendentes. O autocuidado não para aí: a reflexologia complementa a massagem ao estimular áreas reflexas ligadas a órgãos e sistemas, favorecendo o reequilíbrio integral. Assim, após um dia de sol, os pontos de rins (arco do pé, quase ao centro, logo abaixo da base dos dedos), fígado (no pé direito, na região do arco do pé) e sistema linfático (em torno dos tornozelos e na parte superior do peito do pé) colaboram com a eliminação de líquidos e a desintoxicação, além de promoverem sensação de descanso. Conforme a massoterapeuta, os direcionamentos também incluem: Centro do arco plantar (diafragma/adrenais): ajuda a equilibrar o sistema nervoso; Base dos dedos (região da cabeça): alivia tensão mental e ocular; Calcanhar (pelve): relaxa lombar e quadris. Lembre-se de pressionar os pontos com cuidado e interromper o ritual a qualquer sinal de desconforto. Cuidados antes e depois Para proteger a pele exposta ao sol e à areia e otimizar a resposta do corpo, Karine indica um pequeno protocolo: Antes da massagem: Lave bem os pés para retirar sal, areia e resíduos; Hidrate com água termal ou gel calmante; Verifique se há queimaduras, bolhas ou descamação. Depois da massagem: Beba água para favorecer a drenagem natural; Eleve as pernas por 10 minutos; Evite andar descalço imediatamente após o cuidado.
Usar tênis sem meia aumenta o risco de frieira
Deixar as meias de lado na hora de calçar o tênis pode parecer apenas uma questão de conforto ou estilo. No entanto, quando o assunto é saúde, esse hábito tende a ser prejudicial, pois aumenta o risco de frieira (o famoso pé de atleta) e outras micoses nos pés. A culpa é do suor excessivo e do uso prolongado do calçado. Segundo a dermatologista Isabela Pitta, a frieira é uma micose causada por fungos dermatófitos, principalmente a Tinea pedis. Esses micro-organismos se desenvolvem com facilidade em ambientes quentes, úmidos e abafados, características comuns identificadas dentro do tênis. “Quando usamos tênis sem meia, o suor fica em contato direto com o calçado, a ventilação diminui e a pele permanece úmida por mais tempo. Esse cenário é perfeito para a proliferação de fungos”, explica a especialista. Umidade, calor e atrito De acordo com Isabela, umidade, calor e atrito formam a tríade perfeita para surgirem infecções nos pés. Umidade: o suor amolece a camada superficial da pele e acaba facilitando pequenas fissuras; Calor: o ambiente fechado do tênis aumenta a temperatura local e favorece o crescimento fúngico; Atrito: microlesões na pele servem como porta de entrada para fungos e bactérias. Vale lembrar que os fungos não surgem “do nada”: eles podem já estar presentes no ambiente ou no próprio calçado. Isso porque o tecido interno do tênis pode acumular micro-organismos se não houver ventilação adequada, levando a reinfecções diárias. Nesse contexto, a meia funciona como uma barreira absorvente muito eficaz. A influência do calçado Há diferença entre usar tênis sem meia por pouco tempo e por longos períodos. O uso rápido e ocasional representa risco menor, especialmente se o pé não transpira muito. “Já o uso prolongado, como durante horas de trabalho, na academia ou em atividades intensas, aumenta significativamente o risco, pois mantém o pé abafado e exposto à umidade por mais tempo”, acrescenta a médica. Alguns modelos também elevam as chances: tênis de material sintético que não respiram, modelagens muito fechadas ou calçados usados diariamente sem tempo adequado para secagem completa. Primeiros sintomas e prevenção A dermatologista Isabela Pitta orienta observar sinais iniciais que indicam o desenvolvimento de frieria, como: coceira entre os dedos; descamação esbranquiçada; mau cheiro persistente; ardor ou sensação de queimação; pequenas fissuras na pele; pele úmida ou macerada entre os dedos. Pessoas com diabete devem ter atenção redobrada, já que pequenas lesões nos pés podem evoluir com mais facilidade, enquanto pacientes com hiperidrose plantar (suor excessivo) também apresentam risco aumentado pela umidade contínua. De modo geral, quanto mais cedo o tratamento é iniciado, mais simples costuma ser a resolução. A especialista compartilha algumas dicas de prevenção: alternar os calçados; deixar o tênis secar completamente; evitar compartilhar sapatos; preferir meias de tecidos absorventes, como dry fit e poliamida, ou tecnológicos respiráveis, com ajuste adequado e costura suave; sempre usar meias, mesmo que sejam mais simples, e trocá-las uma ou mais vezes ao dia, se necessário. “É importante lembrar que nem toda coceira indica micose. Dermatites e alergias ao material do tênis também podem causar sintomas semelhantes. Por isso, a avaliação médica é fundamental”, finaliza.
Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos
Para quem sofre com diabetes, pequenos machucados, que em outras pessoas cicatrizam rapidamente, podem evoluir para infecções graves e, em casos mais raros, até amputações. Um simples corte de unha feito de forma errada, por exemplo, pode ser o ponto de partida para complicações sérias. O endocrinologista Cláudio Ambrósio observa que o chamado pé diabético está relacionado a alterações na circulação sanguínea e na sensibilidade dos nervos. “Quando a glicose está descontrolada, qualquer machucado no pé demora mais para cicatrizar. Às vezes, o paciente nem percebe que se feriu porque não sente dor e isso facilita a piora da lesão”, explica. A podóloga Esther Assis acrescenta que a perda de sensibilidade, a má circulação e a cicatrização lenta tornam os pés extremamente vulneráveis. “Uma feridinha que seria simples para quem não tem diabetes pode se transformar rapidamente em uma infecção grave”, alerta. Corte inadequado pode trazer complicações Um dos principais problemas ocorre quando a unha é cortada de forma errada. Esther Assis cita como principais riscos: machucar a pele ao redor, causar encravamento, criar feridas que infeccionam rapidamente e aumentar as chances de complicações. “Se a unha encrava ou abre uma pequena fissura, a baixa circulação dificulta a cicatrização. Esse machucado pode virar porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em úlceras profundas e difíceis de tratar”, explica a podóloga. Cláudio Ambrósio acrescenta que, caso o corte cause sangramento ou ferimento, é preciso agir rápido. “Estanque o sangue, limpe bem a área com álcool absoluto e procure atendimento especializado. O médico ou enfermeiro vai avaliar se há necessidade de antibiótico e o melhor tratamento”, orienta. Sinais de alerta para atenção imediata Fique atento aos sinais de que algo não vai bem após cortar as unhas: Vermelhidão ou inchaço ao redor da unha; Dor ao tocar ou caminhar; Presença de pus, secreção ou mau cheiro; Pele machucada ou com sangramento; Unha crescendo torta, indicando encravamento. “Esses sinais indicam que o problema já está em evolução. Quanto antes o paciente procurar ajuda, maiores as chances de evitar complicações graves”, garante Esther. Quando cortar em casa pode ser seguro? De acordo com o médico, cortar as unhas em casa pode ser seguro quando o paciente não apresenta feridas ou deformidades nos pés. A podóloga complementa com algumas dicas de segurança: Use sempre tesouras ou alicates limpos e desinfetados; Corte a unha reta, sem arredondar os cantos; Não tire as cutículas; Não force a unha se ela estiver grossa ou difícil de cortar; Examine os pés depois para verificar se houve algum machucado. Caso não se sinta bem preparado para isso, é bom não arriscar. Aí é melhor procurar especialistas. Existem situações em que só o podólogo ou outro profissional deve realizar o corte, como nos casos de: Feridas abertas ou sinais de infecção; Unhas muito grossas ou deformadas; Histórico de encravamento frequente; Dor intensa ou pus; Complicações anteriores, como amputações ou feridas de difícil cicatrização. “O profissional tem técnica, material adequado e sabe quando encaminhar para o médico, se houver necessidade”, destaca Esther. Cláudio reforça ainda a importância do papel da família. “Muitas vezes, o diabético não percebe machucados devido à perda de sensibilidade. Por isso, cuidadores e parentes devem inspecionar os pés regularmente e, ao notar algo suspeito, buscar atendimento especializado imediatamente”, ensina. Cuidados diários que fazem a diferença Por fim, os profissionais lembram que, além do corte correto das unhas, hábitos simples ajudam a proteger os pés no dia a dia: Lave os pés diariamente e seque bem; Hidrate-os com produtos indicados por especialistas; Use calçados confortáveis e que não apertem; Evite andar descalço; Examine os pés todos os dias. Se tiver qualquer dúvida, busque seu endocrinologista ou podólogo de confiança.
Usar calçados inadequados traz riscos à saúde do pé
A escolha do calçado ideal vai muito além da estética, já que sapatos inadequados podem trazer riscos à saúde dos pés, pernas e até da coluna e, consequentemente, afetar a mobilidade. “Um modelo é impróprio quando não oferece suporte e amortecimento para a biomecânica do pé, levando a problemas variados”, explica o ortopedista e traumatologista Leonardo Quental, membro da The American Orthopaedic Foot and Ankle Society. O que caracteriza um calçado inadequado? Para ser adequado, o sapato precisa respeitar a anatomia do pé e oferecer suporte e conforto. Veja os principais fatores que o tornam inadequado: Ser de material rígido ou sintético, pois aumenta a fricção e o suor, predispondo a bolhas e infecções; Ter bico fino, solado reto e salto alto, três características que alteram a postura e sobrecarregam as articulações; Estar muito apertado, já que tamanhos menores comprimem os dedos – principal causa de calosidades e unhas encravadas; Não oferecer o amortecimento necessário. De acordo com a podóloga Silvana Rocha, calçados apertados ou com bico fino, além de causarem calos e calosidades, aumentam o risco de deformidades nos pés, como joanetes e dedos em martelo. “Esses modelos também pressionam as unhas, facilitando infecções e inflamações”, alerta a especialista em atendimento humanizado. Riscos à saúde O uso prolongado de calçados que não respeitam a biomecânica pode causar problemas em diversas áreas do corpo: Nos pés: calos, bolhas, unhas encravadas, joanetes e fascite plantar; Nas pernas: dores musculares, fadiga, varizes e inchaço; Na coluna: dores lombares, escoliose e até hérnia de disco; Outras articulações, provocando dores nos joelhos e quadril. Juntos, esses fatores são capazes de comprometer o alinhamento postural e a distribuição do peso corporal da pessoa. Como escolher um calçado “saudável” Para preservar a saúde dos pés, os profissionais sugerem os seguintes cuidados ao escolher os próximos calçados: Checar se o calçado permite que os dedos se movam confortavelmente; Optar por materiais naturais e respiráveis; Escolher modelos que sigam o formato natural do pé e tenham bom suporte ao arco plantar; Preferir solas com bom amortecimento para reduzir o impacto; Saber que cada atividade requer um tipo específico de calçado; Consultar um profissional, principalmente ao ter necessidades específicas que precisam de orientação. A podóloga Silvana Rocha acrescenta ainda que reservar momentos para andar descalço, especialmente em superfícies naturais, ajuda a fortalecer a musculatura dos pés e melhorar a circulação. “Por outro lado, deve-se evitar superfícies duras para não sobrecarregar as articulações”, pontua. Para aliviar o incômodo diário, a profissional orienta que, após o uso de calçados desconfortáveis, alguns cuidados ajudar a aliviar, como: Massagear os pés para aliviar a tensão e melhorar a circulação; Mergulhá-los em água morna com sal grosso e óleos essenciais para relaxar e reduzir o inchaço; Hidratar a região, inclusive com produtos específicos para calos e calosidades. Tratando os problemas Se o efeito negativo do calçado foi mais avançado do que se espera, o ortopedista do que Nesse sentido, o ortopedista Leonardo Quental aponta formas conservadoras de tratamento, ou seja, que não requerem cirurgia: Repousar; Usar palmilhas; Fazer fisioterapia; Tomar medicação para dor e inflamação, sempre com orientação e prescrição médica. Já as intervenções cirúrgicas se aplicam apenas aos quadros graves, como os de deformidades ósseas, que só podem ser corrigidas desta maneira. “O ideal é que os sintomas iniciais sejam investigados para evitar agravamentos”, ressalta o ortopedista e traumatologista.
Esportes de verão têm riscos. Saiba o que deve evitar
Sol, calor e disposição são o cenário perfeito para colocar o corpo em movimento. No verão, esportes como corrida, caminhada na praia e trilhas ganham ainda mais adeptos, mas também exigem atenção redobrada com o corpo. Isso porque alguns fatores podem transformar o momento de lazer em risco de lesões e desconfortos. Por incrível que pareça, o aumento rápido da carga em treinos é uma das principais causas de lesões nessa época do ano. “Durante o verão, é comum que as pessoas retomem ou intensifiquem a prática de exercícios ao ar livre. Isso, quando feito sem preparo, favorece tendinites, entorses e dores musculares”, aponta o ortopedista Lindbergh Barbosa, especialista em tratamentos de lesões esportivas. A fisioterapeuta Adriana Melo, coordenadora do Hospital Badim (RJ), acrescenta que os terrenos típicos do verão exigem muito mais da musculatura estabilizadora dos pés e pernas. “Areia, trilha e terrenos irregulares sobrecarregam panturrilhas, tornozelos e coxas. Entre os problemas mais comuns estão fascite plantar, tendinite do tendão de Aquiles e distensões”, explica. Principais riscos e como fugir deles O excesso de entusiasmo pode custar caro para o corpo. Entre os fatores que mais favorecem lesões estão o aumento abrupto da intensidade, o treino sob sol forte e a falta de hidratação. Para manter o equilíbrio entre prazer e segurança, as dicas são: Progredir com calma: aumente gradualmente o volume e a intensidade dos treinos; Respeitar limites: o corpo precisa de adaptação, principalmente após períodos de inatividade; Hidratar-se sempre: antes, durante e depois da atividade; Evitar os horários mais quentes: entre 10h e 16h, o risco de superaquecimento e câimbras é maior. Usar roupas e calçados adequados: opte por tecidos leves e tênis com boa estabilidade e amortecimento. “O planejamento é essencial. O verão é um convite natural ao movimento, mas a empolgação não pode ultrapassar os limites da fisiologia”, observa o médico. Cuidado com o solo e o calor Os riscos não estão só na intensidade, mas também no solo e no próprio calor. A areia e os terrenos acidentados das trilhas exigem mais esforço e atenção, por exemplo. Essa irregularidade da superfície impacta as articulações e pode levar à sobrecarga. De acordo com a fisioterapeuta Adriana Melo, é justamente o tipo de piso que deve orientar o treino: Areia fofa: explore com moderação e por curtos períodos, porque ela exige mais da musculatura e pode causar dor e fadiga; Areia firme (próxima à água): é mais estável e segura para caminhadas leves; Trilhas e terrenos irregulares: escolha calçados com boa aderência e estabilidade lateral. “O tênis adequado faz toda a diferença, tanto na praia quanto na trilha. Ajuda a reduzir o impacto e previne torções. Caminhar descalço só é indicado para trajetos curtos e pessoas já adaptadas”, orienta a especialista. Em relação às altas temperaturas, o ortopedista Lindbergh Barbosa adiciona: “O calor intenso e a desidratação também reduzem a concentração e a coordenação, elevando o risco de quedas e acidentes.” Ou seja, cuide-se! Sinais de alerta do corpo Dor muscular aguda, pontadas nas articulações, tontura e câimbras são sinais claros de sobrecarga. O corpo ainda reage à exaustão pelo calor com sintomas como enjoo, dor de cabeça e frequência cardíaca elevada. Esses sintomas indicam que é hora de parar, procurar sombra e se hidratar. Se persistirem, é fundamental buscar avaliação médica, mesmo que seja no pronto-socorro. Movimente-se com segurança Para aproveitar os benefícios do exercício sem riscos, o segredo está no equilíbrio entre esforço e recuperação. Nesse sentido, os profissionais reforçam: Faça aquecimento ativo antes do treino; Alongue-se levemente após o exercício; Prefira horários amenos, como início da manhã ou fim da tarde; Use protetor solar, boné e roupas claras; Inclua descanso ativo e fortalecimento muscular na rotina. “Cada corpo tem um tempo de adaptação. Exercitar-se com regularidade, sob orientação adequada, é o que transforma o treino de verão em um hábito de saúde que pode durar o ano inteiro”, conclui o ortopedista. A fisioterapeuta completa: “O ideal é começar devagar, fazer aquecimento articular, alongamentos leves e alternar os dias de treino para permitir recuperação.”








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