Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés sem perfume. Mesma proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias. Seus pés secos.
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Desodorante para os pés sem perfume. Mesma proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias. Seus pés secos.
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100 g
Benefícios
• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas
Dicas de Uso
Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Sem Perfume nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.
Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.
Use antes e depois das atividades desportivas.
Resultado
Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.
Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.
Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.
Ingredientes
INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, HYDRATED SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL.
Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Sem Perfume 100g – Tenys Pé Baruel
Desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Sem Perfume oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Ideal para quem prefere produtos sem perfume.
Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.
É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Sem perfume elimina o mau odor.
Ideal para antes e depois de atividades esportivas.
Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Sem Perfume é discreto e neutro, sem perder o poder de proteção.
Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis
Recomendações
Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.
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Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Conheça o Universo do Pé
Piscina, vestiários e mais: locais em que frieira é um risco
A frieira, também conhecida como pé de atleta, é uma micose superficial causada por fungos dermatófitos que encontram nos pés o ambiente perfeito para se multiplicar: quente, úmido e pouco ventilado. Além disso, certos lugares são mais propícios para espalhar esses fungos e um risco maior, caso não haja cuidados adequados. Esse tipo de infecção é um problema comum, mas costuma ser confundido com outras contaminações, o que atrasa o tratamento e favorece recidivas. Como esclarece a dermatologista Cibele Leite, pós-graduada em dermatologia clínica, cirúrgica e cosmiatria, o que diferencia a frieira de outras micoses é principalmente a região onde aparece no corpo, que são pontos com maior calor e umidade. “Costuma afetar áreas interdigitais, ou seja, entre os dedos dos pés, enquanto outras micoses dos pés podem aparecer nas plantas (micose plantar) ou nas unhas (onicomicose). Além disso, a frieira é caracteristicamente esbranquiçada, descamativa, com fissuras e coceira”, diferencia a médica. Contágio com maior frequência Ambientes compartilhados e com pouca ventilação são os principais vilões. Isso porque, conforme a especialista, os fungos se multiplicam em locais quentes, úmidos e pouco arejados. Consequentemente, o risco de contágio aumenta. Entre os principais ambientes estão: Vestiários e banheiros públicos: o piso úmido e quente é ideal para fungos; Piscinas e academias: o compartilhamento de pisos molhados, duchas e armários facilita a transmissão; A médica lembra que fatores como uso prolongado de calçados fechados, falta de secagem adequada dos pés após o banho, problemas circulatórios e imunidade baixa, como pessoas com diabetes, também favorecem o aparecimento da frieira. Quando a frieira não é tratada Sem o tratamento correto, o quadro tende a piorar. “As fissuras entre os dedos servem como porta de entrada para bactérias e isso pode levar a infecções mais sérias, como a celulite, que é uma infecção profunda da pele”, alerta Cibele. O fungo ainda pode se espalhar e migrar para outras partes do corpo, piorando o quadro geral. “É uma infecção contagiosa. A pessoa pode se autoinocular, levando o fungo dos pés para as mãos, virilha ou unhas. Além disso, pode transmitir para outras pessoas pelo contato com toalhas, pisos, calçados ou meias contaminadas”, reforça ela. Como se proteger em locais públicos Evitar o contágio é simples e começa com medidas básicas de higiene e prevenção. Veja as principais: Usar chinelos em vestiários, duchas e áreas de piscina; Evitar compartilhar toalhas, meias e calçados; Secar bem os pés antes de calçar os sapatos; Optar por meias de algodão e trocá-las sempre que ficarem úmidas. “Também é importante alternar os calçados, permitindo que arejem por, pelo menos 24 horas, e evitar sapatos muito fechados em dias quentes”, acrescenta a dermatologista. Cuidados diários que previnem A rotina de cuidados também faz diferença para quem quer manter os pés saudáveis e, sobretudo, longe das frieiras. Anote algumas dicas profissionais: Lave e seque cuidadosamente entre os dedos; Use talcos ou sprays antifúngicos se houver tendência à transpiração; Prefira calçados ventilados e tecidos respiráveis; Evite meias sintéticas e sapatos de material plástico ou impermeável. Sobre tratamentos caseiros, a Cibele é categórica: “Vinagre e bicarbonato podem até aliviar momentaneamente, mas não eliminam o fungo e o uso em excesso pode irritar a pele e agravar as lesões. O ideal é sempre buscar orientação médica para antifúngicos tópicos ou orais, conforme a gravidade.” “Uma coceira sem fim” A designer de interiores Juliana Gonçalves, de 27 anos, sabe bem como lidar com a frieira. “Tudo indica que peguei em um hotel fazenda para onde viajei”, conta. “A pele entre os meus dedos começou a descamar e coçava muito. Era como se tivessem umas fissuras, aí eu puxava a parte branca e ia machucando. Chegou até a sair água.” Foi justamente a coceira intensa que a levou a procurar ajuda dermatológica. “Teve um dia, depois da academia, que eu comecei a colocar a meia entre os dedos e puxar de um lado para o outro para ver se a coceira parava. A gente tratou com medicamento oral e também pomadas que eu aplicava após o banho, depois de secar muito bem”, relembra. Depois do episódio, Juliana mudou totalmente sua rotina. “Hoje, uso chinelos em qualquer situação, mesmo conhecendo o lugar. Também faço doses profiláticas de antifúngico em épocas de viagens e piscina. O chinelo realmente salva, porque impede o contato com o chão contaminado. Mas o essencial é procurar o médico nos primeiros sinais. Se perceber qualquer coceirinha ou ferida, vá direto no dermato”, reforça.
Pé diabético: cuidados e tratamentos
“Cuidados básicos e prevenção são palavras intrinsecamente ligadas, dessa forma, é necessário começar pelos fatores de risco inerentes ao surgimento de lesões nos pés, sobretudo o índice glicêmico, pois a partir de taxas de glicose alteradas (picos constantes - hiperglicemia) é que tudo começa sendo este o principal motivo que ativa uma cascata de alterações”, explica Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo Nardi, o primeiro aspecto a ser cuidado é a alimentação, que precisa ser balanceada com relação aos carboidratos, gorduras de qualidade ruim, sobretudo, uma dieta feita com periodicidade para evitar picos de glicemia. Outro ponto muito importante é a adesão correta ao tratamento farmacológico com relação ao diabetes (hipoglicemiantes orais, insulinas, entre outros). Ele lembra ainda que se os medicamentos forem tomados nos horários corretos, de acordo com a prescrição médica, já há um grande percentual de sucesso no tratamento de forma geral. Por último e não menos importante, ele fala sobre o autoexame e autocuidado diário com os pés. Autoexame e autocuidado diário com os pés “O autoexame por ser feito pelo próprio paciente ou por um familiar (cuidador), aliás, caso a pessoa tenha alguma dificuldade, o autoexame pode ser feito com a ajuda de um espelho, que quando colocado ao chão, o paciente deve procurar quaisquer alterações como bolhas, fissuras, cortes, alterações de cor, micoses, inchaço (edema), frieiras entre os dedos, calosidades, entre outros“, ensina Nardi. Qualquer alteração encontrada deve ser levada a um profissional de saúde, especialmente para o podologista, a fim de avaliar, tratar e caso seja necessário, encaminhar ao médico ou outro profissional da equipe multidisciplinar em saúde. Já ao que tange o autocuidado, alguns hábitos diários devem ser adotados a fim de reduzir ao máximo as chances de surgirem úlceras e até mesmo destas evoluírem amputações. “Hábitos saudáveis como realizar o corte correto das unhas (reto e sem bordas irregulares), uso de meias de algodão (preferencialmente sem costuras para não causar atrito), hidratação diária dos pés (com produtos específicos para pessoas com diabetes), manter intensa higiene dos pés e em especial das unhas, a água do banho deve ser morna para não causar queimaduras, realizar a secagem entre os dedos com toalha limpa (para evitar micoses interdigitais), não andar descalço para evitar contato com corpos estranhos e também evitar queimaduras, usar calçados específicos para portadores de diabetes e quando este for novo, usar no máximo por uma a fim não causar lesões de atrito”, recomenda o farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Nardi diz que quando as lesões já estão instaladas o tratamento é feito usualmente através de antibioticoterapia, tratamentos de laserterapia, troca diária das coberturas (curativos), cirurgias para colocação de stents em artérias obstruídas e até mesmo procedimentos para remoção de tecidos necróticos. ‘Ressalto que o melhor tratamento é a prevenção, através da adesão ao tratamento farmacológico (insulinas e hipoglicemiantes orais), dieta adequada e atividade física”, fala Nardi. Segundo ele, a educação em diabetes é o melhor “remédio”, pois somente através do conhecimento do processo da doença pode haver mudanças de hábitos diários e consequentemente ter reflexo positivo direto em no organismo, sobretudo em seus pés. O que um diabético jamais deve fazer? “O paciente jamais deve negligenciar seu tratamento da diabetes e sua alimentação, pois todas as alterações, sem exceção, têm seu início e agravamento com os picos de glicemia, ou seja, a hiperglicemia crônica”, ensina Luiz Nardi, farmacêutico-bioquímico especialista em pés diabéticos. Segundo ele, complicações como neuropatia diabética, obstruções vasculares periféricas (DAOP), deformidades motoras (musculares e articulares), a imunodeficiência e até o surgimento de úlceras são inerentes ao cuidado inadequado com a doença. “Apesar de parecer que os cuidados com os pés não são muito relevantes, são sim! Toda e qualquer complicação com os membros inferiores em portadores de diabetes tem início com a hiperglicemia, sendo assim o tratamento, bem como possíveis correções de rota devem começar pela base e é impreterível não o negligenciar”, afirma Nardi.
Teste do pezinho detecta até 50 doenças em recém-nascidos
O teste do pezinho é um exame essencial para a detecção precoce de doenças em recém-nascidos e fundamental para garantir um futuro saudável. Realizado nos primeiros dias de vida, tem ajudado médicos e especialistas a identificarem condições que podem afetar o desenvolvimento da criança. Para o pediatra e neonatologista Nelson Douglas Ejzenbaum, membro da Academia Americana de Pediatria, a detecção precoce de doenças permite que tratamentos simples, mas eficazes, sejam instituídos desde os primeiros dias de vida. "Identificar doenças graves no início pode mudar o rumo da vida da criança, permitindo um desenvolvimento saudável e sem sequelas", afirma o especialista. Obrigatório no Brasil, o exame é considerado um dos mais importantes para o acompanhamento da saúde dos recém-nascidos. Deve ser coletado logo nos primeiros dias de vida por meio de um furinho próximo ao calcanhar, totalmente seguro e indolor para o bebê, que costuma chorar apenas pela sensação nova. “Inicialmente, o teste do pezinho pegava apenas a fenilcetonúria, mas foi sendo ampliado com o passar do tempo. Hoje, o exame básico detecta seis doenças, enquanto a versão ampliada abrange até 50 doenças”, explica o médico. A fenilcetonúria, que deu origem ao teste, é uma doença genética rara em que o organismo não consegue metabolizar corretamente a fenilalanina, presente em muitos alimentos, como carne, ovos e leite. Quando não tratada, pode causar problemas neurológicos graves, incluindo deficiência intelectual, convulsões e outros distúrbios. “Agora, se o exame apontar a fenilcetonúria, uma simples restrição de proteínas muda todo o jogo. A criança passa a ter uma vida normal, sem problemas de desenvolvimento, simplesmente por uma correção de dieta”, aponta Nelson. Teste do pezinho: básico ou ampliado? Conforme explicado pelo pediatra, o teste do pezinho surgiu para rastrear uma única doença, a fenilcetonúria. Depois, passou a rastrear seis condições: Fenilcetonúria Hipotireoidismo congênito Síndromes falciformes Fibrose cística Hiperplasia adrenal congênita Deficiência de biotinidase No entanto, com o avanço da tecnologia, o exame foi ampliado. Em maio de 2021, o portal do Governo anunciou a ampliação do teste do pezinho, que passou a detectar até 50 novas doenças e está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Conheça 10 delas: Toxoplasmose congênita Atrofia muscular espinhal (AME) Imunodeficiência combinada grave (SCID) Agamaglobulinemia (AGAMA) Galactosemia Aminoacidopatias Doenças lisossômicas Infecção por HIV Rubéola congênita Herpes congênita "Esses avanços foram possíveis graças à tecnologia genética, que ampliou a capacidade do exame", destaca o profissional. Diagnóstico precoce muda tudo Assim como na fenilcetonúria, que pode ter seus impactos corrigidos com um ajuste na dieta, outras doenças têm seus tratamentos beneficiados pelo diagnóstico precoce, alcançadas pelo teste do pezinho. Isso porque, com uma identificação prévia do quadro, as abordagens terapêuticas e recomendações médicas já podem ser iniciadas. Assim, impedem que as condições sejam descobertas anos depois, inclusive em estágios mais avançados e até irreversíveis. "A detecção precoce é muito importante para iniciar o tratamento o mais rápido possível. Isso pode fazer toda a diferença no desenvolvimento da criança", garante o pediatra. "Hoje, com a tecnologia genética, conseguimos cobrir essas 50 doenças no teste ampliado, um avanço significativo em relação à versão básica". Todos podem fazer o teste do pezinho? O exame é uma obrigatoriedade prevista por lei em todo o país e se aplica a todos os recém-nascidos brasileiros, sem nenhuma restrição ou contraindicação. Inclusive, em alguns casos específicos, apesar de raros, deve-se esperar o resultado para seguir com parte da vacinação. “O teste detecta a AGAMA, que se refere à agamaglobulinemia, ou seja, à falta de imunidade. Então, não se deve vacinar a criança antes disso. Por quê? Se a criança tiver esse problema, ela não deve receber essa vacina. É um caso raro, mas, se for triar no pezinho, primeiro, espere o resultado e, depois, vacine”, finaliza.
Caminhar na areia é ótimo, mas oferece riscos
Caminhar na areia pode ser uma ótima opção para quem busca fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio. Além da vista para o mar, a atividade oferece benefícios que vão além do lazer, mas exige cuidados específicos para evitar lesões. A caminhada na areia é acessível para todas as idades, desde que respeitados o tempo e a intensidade adequados ao condicionamento físico de cada um. "Idosos e pessoas menos condicionadas devem começar com doses mais leves para evitar fadiga excessiva", diz o fisioterapeuta Rafael Temoteo, membro da Sonafe Brasil (Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física) e especialista no tratamento da dor no pé. O Universo do Pé conversou com o especialista e esclarece as principais dúvidas relacionadas ao exercício, que não custa nada e traz uma série de benefícios. Por que caminhar na areia faz bem? Segundo Temoteo, a caminhada na areia estimula a musculatura dos pés e melhora a estabilidade. "O contato direto com a areia ativa a planta dos pés e fortalece estruturas importantes para a mobilidade", explica. Além disso, a irregularidade do solo exige maior esforço muscular, o que pode ser um diferencial para quem quer aprimorar o condicionamento físico. Areia fofa ou dura: qual escolher? A escolha do tipo de areia impacta diretamente nos benefícios e na segurança do exercício. "A areia dura é mais estável, sendo ideal para iniciantes e idosos", afirma. Já a areia fofa é recomendada para crianças e atletas que desejam treinar o equilíbrio e fortalecer o tornozelo, uma vez que exige mais do corpo. Caminhar com ou sem tênis? O fisioterapeuta esclarece que depende do tempo e do tipo de solo. Para caminhadas curtas em terrenos planos, andar descalço pode ser benéfico, pois estimula a musculatura plantar. No entanto, se a atividade for prolongada ou o solo for irregular, o uso de tênis é recomendado para reduzir a sobrecarga e evitar lesões. Quais músculos são trabalhados? A caminhada na areia trabalha, principalmente, a musculatura do pé e do tornozelo, especialmente o arco plantar. "Esse tipo de estímulo faz mais sentido para crianças, que estão em fase de desenvolvimento muscular", destaca o profissional. Em adultos, o exercício pode contribuir para a estabilidade dos membros inferiores. Existe risco de lesões? Sim, há risco de lesão especialmente para quem tem instabilidade no tornozelo ou alguma alteração na pisada. Rafael Temoteo alerta que “a areia fofa aumenta as chances de torções e sobrecarga articular". Para minimizar riscos, ele recomenda iniciar na areia dura e, se necessário, usar tornozeleiras para dar suporte extra. Como se adaptar à caminhada na areia? Para quem nunca praticou, o ideal é começar com sessões curtas de até 30 minutos na areia dura, próxima ao mar. Segundo o especialista, isso reduz o impacto e facilita a adaptação. Com o tempo, é possível variar o terreno e aumentar a intensidade gradativamente. Quem pode praticar? A caminhada na areia é acessível para todas as idades, desde que respeitados o tempo e a intensidade adequados ao condicionamento físico de cada um. "Idosos e pessoas menos condicionadas devem começar com doses mais leves para evitar fadiga excessiva", conclui Temoteo.
Unhas decoradas no pé? Conheça as tendências!
As unhas decoradas são sensação há muito tempo, mas decorar as unhas dos pés costumava ser visto como algo secundário em relação às mãos. Mas isso tem mudado a ponto de, cada vez mais, ser um serviço solicitado nos salões de beleza. Inspirada por tradições milenares e renovada pelas tendências atuais, a prática ganhou força principalmente nas estações mais quentes e se tornou uma forma de expressão estética que une criatividade e personalidade. Segundo a pedicure Kelly Alves, o hábito de decorar as unhas tem origem antiga. “É algo milenar, que veio da China. O mais curioso é que, hoje, unhas minimalistas são associadas a um maior poder aquisitivo Naquela época era o contrário: só inventaram isso por ‘status’”, comenta. Ao longo dos anos, o estilo foi se transformando. A profissional observa que, antes, o visual era mais ousado. “As clientes pediam adesivo em todas as unhas, pedrarias, brilho, francesinha... Tudo ao mesmo tempo! Hoje, a maioria é mais básica: decora só o dedão ou faz uma inglesinha, que é a francesinha com ponta colorida.” As preferidas dos salões De acordo com Kelly Alves, os modelos mais pedidos atualmente são: Adesivo ou strass (geralmente no dedão); Francesinha tradicional; Inglesinha com tons pastel; Efeito marmorizado; Desenhos à mão livre - raros, mas ainda presentes em alguns pedidos especiais. Kelly explica que os desenhos, quando feitos nas unhas das mãos, costumam ser mais criativos e elaborados, principalmente quando a cliente usa alongamento - é que a área maior permite mais detalhes. Já nos pés, a tendência é manter o visual mais limpo, focando em um ou dois dedos apenas. “Francesinhas e inglesinhas ficam melhores em unhas quadradas, que são também o formato mais indicado para evitar encravamento. Adesivos e strass combinam com qualquer tipo de unha”, indica. Truques para a decoração durar A técnica de nail art nos pés exige atenção redobrada com os materiais usados. “É importante tomar cuidado com tintas, colas, palitos e pincéis, garantindo que tudo esteja limpo e adequado”, pontua Kelly. Ela também ressalta cuidados para que a decoração dure mais, sobretudo finalizar com top coat ou extra brilho e, por parte de quem optou por esse estilo, evitar calçados fechados até a esmaltação estar completamente seca. Quem usa, aprova A jornalista Giovanna Penha, de 28 anos, é uma das adeptas da decoração nas unhas dos pés. “Sempre gostei de pintar as unhas dos pés, mas comecei a decorar porque acho que dá um charme a mais, principalmente no verão”, conta. As francesinhas clássicas continuam sendo as preferidas dela. Vez ou outra, porém, abre uma exceção para colocar strass no dedão ou até adesivos mais delicados, como os de florezinhas. “Ultimamente, tenho usado muito inglesinha, mas sem exagerar. Ainda assim, opto por cores mais clarinhas, como tons pastel”, finaliza Giovanna.
Por que sapatos novos podem machucar tanto?
Às vezes, comprar um sapato novo costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas. Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a ciência da biomecânica tem a resposta para esse inconveniente. Conforme explica o ortopedista Sérgio Costa, a culpa é da estrutura rígida do sapato novo, que ainda não sofreu deformações suficientes para se adaptar à anatomia individual do usuário. Como o pé possui áreas de maior proeminência óssea e regiões naturalmente mais sensíveis, esse contato inicial pode ser dolorido. “Enquanto o calçado não está moldado, ele cria pontos de pressão e de atrito que o corpo ainda não está preparado para tolerar. Além disso, a pele não desenvolveu mecanismos de defesa, como o espessamento protetor”, detalha o especialista. Atrito e pressão são os vilões A fricção é o principal fator envolvido nas lesões iniciais. Isso porque ela provoca um deslizamento repetido entre o sapato e a pele, gerando estresse nas camadas cutâneas e favorecendo o surgimento de bolhas e feridas. É diferente do que ocorre no surgimento de calos, que são uma resposta adaptativa. O médico esclarece que, nesses casos, a pele se torna mais espessa justamente para se proteger do atrito constante. Agora, se o trauma for intenso, podem surgir lesões e inflamação. Outro fato a ser considerado é que os materiais rígidos potencializam esse impacto. Couro novo, estruturas traseiras (contrafortes) duras e costuras internas firmes não absorvem bem a carga nem se moldam facilmente, aumentando a concentração de pressão em áreas específicas do pé. O calçado deve se adaptar ao pé Cada pé é único. Se o sapato não respeitar características individuais como formato, pisada e distribuição de carga, o resultado pode incluir dores locais, áreas inflamadas e até alteração na caminhada. Por isso, a regra de ouro é: o calçado sempre deve se adaptar ao pé e não o contrário. “Existe um período de adaptação saudável, que pode durar de alguns dias até algumas semanas. Nesse tempo, o sapato se torna mais flexível e o pé desenvolve mecanismos de proteção. É uma adaptação mútua”, afirma o ortopedista Sérgio Costa. Vale lembrar que algumas pessoas sofrem mais durante esse processo, pois apresentam fatores que influenciam na tolerância ao impacto inicial. Alguns deles são: maior sensibilidade da pele; presença de deformidades; tipo de pisada; idade; doenças, como diabetes. Quando o desconforto vira alerta Segundo o especialista Sérgio Costa, dor intensa, feridas importantes ou mudança na forma de andar indicam que o desconforto está além do esperado. É preciso dar atenção aos sinais porque a repetição desse impacto, sem adaptação adequada, pode contribuir para quadros como tendinites, metatarsalgias, fascite plantar e até deformidades. Além disso, algumas regiões costumam ser mais afetadas: calcanhar; lateral do quinto dedo; parte superior dos dedos; região plantar anterior. Para reduzir o impacto inicial, o ortopedista orienta usar o sapato por períodos curtos no começo, escolher o tamanho correto, utilizar meias adequadas, recorrer a protetores de silicone e dar preferência a materiais mais flexíveis.












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