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Talco Desodorante para os Pés Pó Sport Edition 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante antisséptico ideal para atletas e esportistas. Proteção e combate de 99% dos fungos e bactérias.

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Talco Desodorante para os Pés Pó Sport Edition 100g
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Quantidade

100 g

Benefícios

• Antisséptico
• Combate 99% de Fungos* e Bactérias**
• Ajuda a evitar frieiras e micoses
• Elimina o mau odor
• Dermatologicamente testado
• Ideal nas atividades esportivas

Dicas de Uso

Aplique diariamente Desodorante para os pés Pó Tenys Pé Baruel Sport Edition nos pés e no interior do calçado, evitando contato com a parte externa.

Para proteção auxiliar, aplique novamente o produto após o uso do calçado.

Usar antes e depois de atividades esportivas.

Resultado

Pés secos, cheirosos e com proteção diária, além de calçados mais limpos que duram mais tempo.

Pés livres de 99% dos fungos e bactérias.

Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés.

Ingredientes

INGREDIENTS: ZEA MAYS STARCH, ZINC STEARATE, MAGNESIUM CARBONATE, SILICA, BENZOIC ACID, DECYLENE GLYCOL, PARFUM, HEXYL CINNAMAL, LIMONENE, LINALOOL, ALPHA-ISOMETHYL IONONE.

Mais sobre Talco Desodorante para os Pés Pó Sport Edition 100g – Tenys Pé Baruel

Desodorante para os pés em pó Tenys Pé Baruel Sport Edition oferece ação antisséptica e combate 99% dos fungos* e bactérias**. Ajuda a evitar frieiras e micoses nos pés. Ideal para atletas e esportistas quem buscam proteção antes, durante e depois das atividades.

Mantém os pés sempre secos, cheirosos e protegidos com ação desodorante, além de ajudar na conservação do calçado.

É fácil de aplicar. O desodorante Tenys Pé Baruel Sport Edition elimina o mau odor.

Ideal para antes e depois de atividades esportivas.

Dermatologicamente testado. O Tenys Pé Sport Edition tem um perfume que agrada homens e mulheres.

Fungos* Trichophyton Interdigitale, Trichophyton Rubrum.
Bactérias** Staphylococcus Aureus, Corynebacterium Xerosis

Recomendações

Uso externo. Não ingerir. Manter fora do alcance de crianças. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se a pele estiver irritada ou lesionada. Evitar contato com os olhos, caso isto ocorra, enxágue abundantemente com água. Usar somente nas áreas indicadas. Evite a inalação direta deste produto. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Conservar em local seco e fresco.

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Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

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Como escolher o melhor calçado para reduzir fricção e impacto
Fricção e Impacto do Calçado

Como escolher o melhor calçado para reduzir fricção e impacto

A escolha do calçado ideal vai muito além da estética, pois o tênis ou sapato adequado pode evitar fricção e impacto excessivo nos pés e articulações. Por isso, o treinador Bruno Ferreira, coordenador técnico da rede de academias Evoque, orienta que o primeiro passo para escolhê-lo é considerar o tipo de pisada – pronada e supinada ou mesmo a neutra – e o formato do arco plantar, que varia entre plano, normal e côncavo. "Esses fatores são determinantes para escolher um calçado que distribua bem o peso e absorva o impacto adequadamente", explica o profissional. "Além disso, o sapato certo melhora a estabilidade e evita o aparecimento de desconfortos que, se ignorados, podem evoluir para problemas mais sérios", complementa. Dicas para escolher o calçado certo Certifique-se de qual é o seu tamanho ideal de calçado. Ele precisa ter ajuste perfeito ao pé, sem ser apertado demais para não causar atrito ou muito solto e gerar instabilidade. Não se esqueça do amortecimento, principalmente para atividades de impacto, como corrida, é importante escolher modelos com bom amortecimento, que protejam tanto o calcanhar quanto as articulações. Seu peso corporal impacta na decisão: quanto mais o usuário pesar, maior será o amortecimento necessário para reduzir o impacto nas articulações. Atenção aos materiais: tecidos respiráveis e flexíveis são ideais, pois ajudam a evitar o acúmulo de umidade e melhoram o conforto geral, reduzindo o risco de bolhas e calos. Existe um calçado ideal para todo mundo? De acordo com Bruno, não existe um calçado universal que funcione bem para todos. "Cada pessoa tem características únicas, desde o tipo de pisada até a estrutura do arco plantar e o tipo de atividade que pratica. Por isso, um modelo adequado para uma pessoa pode ser inadequado para outra", esclarece. Desse modo, o treinador recomenda que, se possível, seja feita uma avaliação podiátrica para auxiliar na hora de escolher um calçado que atenda às necessidades específicas de cada indivíduo. Apesar do nome complicado, o processo nada mais é do que um estudo individual e mais profundo dos pés da pessoa. Calçados inadequados trazem riscos A fricção e o impacto são exemplos dos problemas que calçados inapropriados podem provocar. "A fricção excessiva de um calçado pode gerar bolhas, calos e até lesões na pele, enquanto a falta de amortecimento coloca pressão nas articulações e aumenta o risco de lesões", alerta o profissional. Além disso, um calçado que não oferece o ajuste adequado compromete o equilíbrio e pode resultar em instabilidade articular, facilitando torções, quedas e até condições mais graves, como fascite plantar e tendinites. Evite a fricção e o impacto Fugir de situações que provoquem fricções ou afetem o impacto é fundamental para manter o sistema de amortecimento natural do corpo em bom funcionamento. "Nossos pés são os primeiros a absorver o peso e o impacto a cada passo, e isso afeta todo o corpo – desde os tornozelos até a coluna", ressalta o treinador Bruno Ferreira. Sem contar que a fricção constante ainda pode causar desgaste nos tecidos moles dos pés, enquanto o baque repetitivo compromete as articulações e pode causar dores crônicas. Considerando tudo isso, a recomendação é fugir de calçados que: Causem desconforto e/ou dor após o uso, mesmo que não seja por grandes períodos; A sola apresenta um desgaste desigual das partes, pois isso indica desalinhamento da pisada; Não oferecem boa estabilidade, sobretudo durante a prática esportiva. Isso porque, conforme destaca Bruno Ferreira, os modelos de calçados adequados não devem se revelar desconfortáveis nem depois de muitas horas de uso, sempre se mantendo alinhados às necessidades e formatos dos pés. Outro ponto claro é que devem deixar o usuário estável, sem favorecer quedas ou torções. Como identificar qual a pisada Basicamente são dois tipos principais, além da neutra: A pisada pronada caracteriza-se pelo pé chato ou plano. O arco medial, encostando no chão, aumenta a área de contato com o solo. É mais frequente em pessoas com pé sem cava e impacta a biomecânica do corpo, podendo provocar maior desgaste nas estruturas internas dos pés. A pisada supinada (ou pé cavo) é identificada pelo arco elevado ao tocar o chá, o que reduz a área de contato com o piso. Esse tipo limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar. A pisada neutra é quando as partes interna e externa do pé tocam o chão quase ao mesmo tempo, de maneira praticamente uniforme. Logo, o peso corporal é distribuído de forma mais equilibrada.

Descubra quais os países que mais cuidam da saúde dos pés
Cuidado Diário

Descubra quais os países que mais cuidam da saúde dos pés

Embora o cuidado com os pés tenha origens milenares em diferentes civilizações, quando se fala em desenvolvimento técnico e valorização profissional, os Estados Unidos se destacam como principal referência no mundo. Por lá, a podologia é tratada como especialidade médica e integra todo o sistema de saúde de forma estruturada e reconhecida. Mas não são só eles que dedicam atenção extra aos pés: México, Espanha e Itália também têm uma visão mais avançada. A podologista Viviane dos Santos, docente em cursos de formação, explica porque os EUA estão bem à frente na área. “O profissional é considerado quase um médico especialista. A formação é longa, com faculdade e disciplinas como anatomia, fisiologia e cirurgia. É algo realmente completo, bem diferente do que vemos no Brasil”, diz. Já a podóloga Beatriz Teixeira complementa que a regulamentação da profissão e a cultura de prevenção contribuíram para esse cenário norte-americano. “A população entende que cuidar dos pés é parte da saúde, não só uma questão estética. Isso fez toda a diferença para o reconhecimento da profissão e o avanço tecnológico na área”, avalia. Formação, estrutura e reconhecimento De acordo com as entrevistadas, nos Estados Unidos, a formação do podólogo é feita em nível semelhante ao universitário, com foco em conhecimento clínico e técnico aprofundado. Além disso, a atuação é regulamentada há décadas, com exigências legais para prática profissional, e o cuidado com os pés faz parte da formação em saúde. No mais, os profissionais atuam em hospitais, clínicas e centros de reabilitação, bem como a valorização social e profissional é ampla, com reconhecimento nas equipes multidisciplinares. “Aqui no Brasil, ainda existe a visão de que podólogo só corta unha ou lixa calos, mas a atuação vai muito além disso. Nos Estados Unidos, esse olhar já foi superado”, pontua Viviane. Da Europa à América Latina Segundo as especialistas, o México é um dos destaques na América Latina, com forte atuação na podologia clínica, especialmente no cuidado com o pé diabético. Na Europa, Itália e Espanha chamam atenção pela integração dos serviços podológicos aos sistemas públicos de saúde, com foco na prevenção e acesso universal. A saber: No México, a atenção ao pé diabético é uma prioridade crescente. “Algumas clínicas públicas já contam com podólogos especializados e há investimento em tecnologias como curativos avançados e orientações de autocuidado”, diz a podóloga Beatriz Teixeira. Na Itália, os podólogos têm formação universitária e atuam legalmente no sistema de saúde pública, com autonomia para tratar desde calos até úlceras graves. “O país montou uma ampla rede de centros especializados em pés diabéticos, conectados a equipes multidisciplinares”, acrescenta a profissional. Já na Espanha, “apesar de ainda haver desafios na inclusão da podologia no serviço público em todas as regiões, iniciativas recentes como a integração de podólogos nos hospitais da Andaluzia vêm ampliando o acesso a esses cuidados”, avalia a podologista Viviane dos Santos, que destaca serviços para idosos e diabéticos oferecidos ali. Campanhas e tecnologias como inspiração Nos Estados Unidos, o país mais à frente no quesito saúde dos pés, a valorização também se reflete em campanhas voltadas ao tema. De acordo com Beatriz Teixeira, há ações focadas na prevenção de lesões em idosos, cuidados com o pé diabético e orientação postural e cuidados preventivos. No campo tecnológico, o país também está à frente com palmilhas personalizadas com impressão 3D, escaneamento digital para órteses sob medida, exames de pisada com sensores de alta precisão e uso de laser terapêutico avançado. “No Brasil, até existem algumas dessas tecnologias, mas ainda são restritas e, muitas vezes, em fase de protótipo”, diz a podóloga. Ambas as especialistas consideram que o Brasil pode se inspirar no modelo norte-americano e nas ações aplicadas no México, na Itália e na Espanha. “Investir em formação de qualidade e mostrar à população a importância dos pés na saúde geral pode reduzir quedas, lesões e complicações crônicas. É uma questão de prevenção e de valorização profissional”, reforça Beatriz Teixeira. Viviane dos Santos, por sua vez, acredita que a mudança tem de ocorrer também entre as pessoas em geral: “O pé é a base do corpo, e o cuidado com ele precisa ser levado a sério, com a mesma atenção que damos a outras especialidades médicas. O exemplo dos Estados Unidos mostra que isso é verdadeiramente possível.”

Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!
Mobilidade Articular

Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!

Mover-se com liberdade, equilíbrio e controle é um dos pilares da saúde. A mobilidade articular é justamente a capacidade de as articulações se movimentarem de forma ampla e coordenada. É ela que garante autonomia, previne dores e facilita as tarefas do dia a dia, do simples ato de caminhar até a prática de esportes. Para garanti-las, fazer exercícios físicos é fundamental! Caio Caires, especialista em quiropraxia e osteopatia, argumenta que preservar a mobilidade é superimportante para manter o corpo funcional e independente. Isso porque, com o passar dos anos, o sedentarismo e a má postura reduzem a amplitude dos movimentos e aumentam o risco de dores. O segredo está justamente no estímulo do movimento de forma consciente e constante, respeitando os limites de cada fase. “Quando as articulações se movimentam com liberdade e controle, conseguimos evitar dores, manter uma boa postura e garantir independência em qualquer idade. A mobilidade preserva a estabilidade e o equilíbrio do corpo, reduz o risco de lesões e melhora a qualidade de vida. É essencial para todos”, afirma o profissional. Se isso não for priorizado, com o envelhecimento e a falta de atividade física, articulações como ombros, quadris, coluna e tornozelos tendem a perder movimento. “A ausência de estímulo faz com que o corpo perca flexibilidade, prejudicando a postura, o equilíbrio e a execução de tarefas simples”, avisa Caio Caires. Aliás, vale esclarecer que exercícios de mobilidade não são a mesma coisa que alongamentos. “O alongamento atua no comprimento muscular, enquanto a mobilidade trabalha o movimento ativo e o controle das articulações. A combinação dos dois melhora a flexibilidade e o desempenho”, afirma. Exercícios para cada idade A mobilidade articular pode (e deve) ser trabalhada por todas as pessoas, em qualquer momento da vida. Porém, a escolha dos exercícios depende do nível de condicionamento e da idade, como indica o fisioterapeuta: Crianças e adolescentes: atividades lúdicas, agachamentos, pular corda e exercícios de mobilidade para tornozelos e quadris; Adultos jovens: exercícios funcionais, pranchas e movimentos para melhorar a mobilidade da coluna torácica e do quadril; Pessoas de meia-idade: rotação de tronco, mobilização de ombros e alongamentos controlados; Idosos: movimentos lentos e assistidos, articulações de braços e tornozelos, exercícios realizados na água ou na posição sentada. Mesmo sendo as mais indicadas, essas práticas devem ser orientadas e supervisionadas por um profissional, independentemente da fase da vida em que a pessoa se encontra. A frequência de exercícios de mobilidade também é importante - devem ser realizados de três a cinco vezes por semana, podendo ser feitos diariamente, em períodos curtos de duração. “A constância é o que traz resultado. Para quem tem dores ou limitações, os movimentos precisam ser leves, lentos e totalmente sem dor, com a orientação de um fisioterapeuta”, destaca o especialista.

O que é joanete e como evitar que ele piore?
Joanete

O que é joanete e como evitar que ele piore?

É fácil entender o que é joanete ao olhar para o pé — afinal, ele parece um “osso saltado” ao lado do dedão. Mas você sabe qual é a sua causa e como evitar que essa condição evolua e cause dores? O joanete é uma deformidade que aparece na articulação do metatarso (osso que liga o peito do pé aos dedos) com o osso do dedão, causando um desalinhamento que “entorta” o dedão na direção dos outros dedos. Por isso, o nome oficial do joanete é hálux valgo: em latim, hallux significa “dedão do pé”, e valgus descreve algo desviado da linha média do corpo. Esse desvio pode causar problemas porque essa articulação do metatarso ajuda a suportar e a distribuir o peso do nosso corpo. “A deformidade causa dor, dificuldade para calçar e, habitualmente, bastante descontentamento estético”, lista o médico ortopedista José Sanhudo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). O joanete pode até prejudicar os outros dedos, causando calos e deformidades ao serem empurrados para dentro pelo dedão. Dá para evitar o joanete? O joanete tem origem genética, pois o formato e a estrutura do pé são hereditários. Quem tem o arco do pé baixo, pé chato ou articulações e tendões mais frouxos em geral tem mais chances de ter herdado o joanete. Mas isso não significa que quem tem predisposição a essa condição vai conviver com dores no pé para o resto da vida. “O joanete normalmente é causado por uma predisposição genética somada ao uso de calçados inadequados”, afirma o médico ortopedista Isnar Moreira de Castro Junior, especialista em pé e tornozelo e chefe do grupo de pé e tornozelo do Instituto Nacional de Traumato Ortopedia (INTO). Ou seja, para que ele apareça, é preciso haver o estímulo do calçado. As chances de o joanete se desenvolver aumentam quando se usa com frequência sapatos que tenham a parte superior estreita, como os de bico fino. Esse tipo de calçado deixa o dedão do pé espremido e faz com que ele empurre os demais dedos ou se sobreponha a eles. Usar salto alto pode agravar o problema porque, ao inclinar o peso do corpo para frente, os dedos dos pés também são forçados para a parte da frente do sapato. “O uso de calçados sociais, principalmente de salto e bico fino, estão também associados ao desenvolvimento e à maior progressão da deformidade”, completa Sanhudo. Quem tem joanete precisa operar? Não necessariamente. “Muitas pessoas apresentam a deformidade com poucos ou nenhum sintoma. Nesses casos, pode não haver necessidade de tratamento cirúrgico”, afirma Sanhudo. Se a região começar a ficar muito inflamada e dolorida, é bom consultar um médico ortopedista para investigar se é necessário operar. “Às vezes a pessoa não tem dor, mas tem a deformidade e, por uma razão estética, se incomoda com isso”, completa Castro Junior. “Alguns ortopedistas não recomendam operar quando não há dor”, explica o especialista do INTO. “Mas há quem indique a cirurgia de correção do joanete mesmo a quem tem só a deformidade, porque ela é progressiva, pode piorar e, então, será preciso operar em uma condição muito pior.” Ele explica que essa cirurgia retira um pedaço daquele osso proeminente e corrige a deformidade do primeiro dedo para que ele fique alinhado. “As técnicas de cirurgia mudaram muito. As pessoas imaginam que dói muito e demora para recuperar, mas isso não acontece mais.” Quem tem joanete pode evitar que ele se agrave tomando alguns cuidados, como evitar calçados de bico fino, de salto alto e que apertem o peito do pé. E pode usar protetores de pé para evitar as dores. “Eles protegem as áreas que estão sob pressão no calçado. Quando já existe a deformidade, você tem áreas em que o osso é mais proeminente, fica em atrito com o calçado e isso causa dor”, diz Castro Junior.

Inverno e cuidados importantes para os pés no frio
Cuidado Diário

Inverno e cuidados importantes para os pés no frio

Durante o inverno, o uso frequente de meias e sapatos fechados, combinado ao clima seco e frio, pode comprometer a saúde dos pés. Além disso, a baixa temperatura favorece o ressecamento da pele, enquanto a umidade acumulada em calçados sem ventilação adequada cria um ambiente propício para o desenvolvimento de fungos e infecções. “Os principais problemas no frio incluem o ressecamento excessivo da pele, fissuras nos calcanhares, micoses e infecções fúngicas. Quem já tem condições como dermatite atópica ou psoríase pode perceber uma piora nos sintomas”, afirma a dermatologista Juliana Farias, essa combinação exige atenção redobrada. A podóloga Ana Maria Motta reforça a importância de manter os cuidados ativos na estação. “Muita gente relaxa com a saúde dos pés no inverno por não usar sapatos abertos. Mas, justamente por isso, é essencial manter uma rotina de hidratação e ventilação adequada”, alerta. Cuidados essenciais A seguir, as especialistas listam os três principais cuidados para garantir a saúde dos pés no inverno, a estação mais fria do ano, e explicam cada etapa desse processo.   1. Mantenha os pés hidratados Sem dúvidas, o ressecamento da pele é uma das principais queixas no frio, afinal, pode causar fissuras dolorosas e até facilitar infecções. Para evitar esse problema, elas recomendam: Usar cremes hidratantes com glicerina, que ajudam a manter a elasticidade da pele; Passar hidratante à noite e, se possível, de meias para potencializar a absorção; Evitar banhos muito quentes e demorados, pois podem ressecar ainda mais a pele.   2. Escolha meias e sapatos adequados No frio, é comum usar sapatos fechados e meias por longos períodos, sobretudo para se manter aquecido dentro e fora de casa. Mas alguns cuidados são fundamentais. A dupla aconselha: Prefira meias de algodão ou lã, que ajudam a manter os pés secos e aquecidos sem prejudicar a circulação; Evite meias muito apertadas, pois podem comprometer a circulação e agravar problemas vasculares; Alterne os sapatos e deixe-os arejar para evitar umidade e proliferação de fungos; Escolha sapatos confortáveis, com ventilação adequada, evitando materiais sintéticos que não permitem a respiração da pele.   3. Cuide da higiene e fuja da umidade É necessário ficar de olho na umidade – um grande fator de risco no inverno, já que cria um ambiente propício para micoses e frieiras. Para manter a saúde dos pés, Juliana e Ana orientam: Seque bem os pés após o banho, especialmente entre os dedos, antes de colocar as meias. Nunca use meias úmidas ou calçados molhados, pois isso favorece infecções fúngicas. Recorra a sprays ou pós antissépticos para manter os pés secos e protegidos ao longo do dia. Evite andar descalço em locais úmidos, como vestiários e banheiros públicos, que podem conter fungos e bactérias.   Atenção a sinais de alerta Além desses cuidados, é fundamental observar qualquer alteração na pele ou nas unhas. Descamação, coceira, rachaduras e mudança na coloração das unhas podem ser sinais de problemas como micoses ou infecções. “Pessoas com diabetes ou problemas circulatórios devem ter um cuidado especial, pois essas condições podem piorar no frio e aumentar o risco de complicações”, ressalta a dermatologista. Assim, se notar qualquer sintoma incomum, o ideal é procurar um profissional capacitado para um diagnóstico preciso e tratamento adequado. “A prevenção é sempre a melhor solução para evitar desconfortos e problemas mais sérios”, conclui Ana Maria.

Usar calçados fechados no calor pode causar frieira, sabia?
Frieira e Micose

Usar calçados fechados no calor pode causar frieira, sabia?

Nos dias quentes, a transpiração dos pés aumenta naturalmente e, diante do uso de calçados fechados, o suor fica retido no espaço do sapato, cujo ambiente abafado favorece o surgimento da frieira. Também chamada de pé de atleta, trata-se de uma infecção fúngica que atinge principalmente a pele entre os dedos e precisa ser acompanhada. Larissa Wood Fraga, dermatologista do Instituto Fraga de Dermatologia, explica que os fungos se desenvolvem facilmente em locais quentes, úmidos e pouco ventilados, como o interior dos sapatos. Isso não ocorre só no verão, mas em qualquer época mais quente, como alguns dias da primavera, por exemplo. “Quando a pele permanece úmida por muito tempo, perde sua proteção natural. Isso cria o cenário perfeito para os fungos se multiplicarem rapidamente e, consequentemente, causarem condições como a frieira”, alerta a médica. Sinais iniciais da frieira Identificar os sintomas no começo do problema faz diferença no tratamento e evita que a frieira se espalhe. De acordo com a especialista, os sinais mais comuns são: Coceira leve entre os dedos; Descamação discreta e vermelhidão; Pequenas rachaduras (fissuras); Odor desagradável; Sensação de ardor ou queimação. Assim, ao reconhecer uma ou mais destas manifestações, é melhor não ignorá-las e buscar ajuda de um podólogo ou médico para avaliação profissional, diagnóstico e tratamento adequados. Melhores e piores tipos de calçados Já quando o assunto são os sapatos, vale lembrar que nem todo modelo traz o mesmo risco ao pé no verão. Isso vai depender de características específicas do calçado: Oferecem riscos menores: sandálias, rasteirinhas e chinelos, que permitem ventilação e reduzem a umidade. Mais seguros entre os fechados: modelos de tecido leve e respirável. Grandes vilões: sapatos sintéticos, como os de plástico, couro sintético, e tênis usados por longos períodos sem meias adequadas. A dermatologista Larissa lembra que, muitas vezes, pode ser necessário usar um sapato mais fechado por diferentes motivos, como trabalho ou ocasiões formais. Nesses casos, a orientação é prestar atenção no material do calçado: quanto mais permitir a respiração da pele, melhor será a escolha. Higiene faz a diferença Além de escolher um calçado adequado, manter bons hábitos de higiene é fundamental para evitar e tratar a frieira. Esteja atento a: Lavar e secar bem os pés, principalmente entre os dedos; Usar meias limpas diariamente e dar preferência às de algodão; Alternar calçados e deixá-los arejar ao sol ou em local ventilado; Não compartilhar toalhas, meias ou sapatos. O propósito desses hábitos é evitar que a região permaneça quente e/ou úmida, já que os fungos buscam exatamente esse ambiente. Tais práticas também são cuidados contra o contágio. O que fazer se notar sinais de frieira? Intensificar a higiene e manter os pés secos são os primeiros passos para amenizar a frieira. Também é importante evitar sapatos fechados por muitas horas e, sobretudo, procurar um profissional para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento correto. Geralmente, o tratamento começa com antifúngicos tópicos, aplicados diretamente na lesão por 2 a 4 semanas. Se a infecção for mais extensa ou resistente, pode ser necessário o uso de antifúngicos orais – sempre com prescrição médica. “O acompanhamento com um dermatologista garante que a frieira seja totalmente tratada e isso evita que ela volte ou cause complicações, como infecções bacterianas”, destaca Larissa. Além disso, muita gente acredita que a frieira é passageira, mas, se não tratada corretamente, pode se tornar crônica e até se espalhar para as unhas, tornando o tratamento mais difícil e longo.

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