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Fascite pode virar esporão? Ortopedista esclarece
Esporão de Calcâneo

Fascite pode virar esporão? Ortopedista esclarece

A dor no calcanhar costuma ser associada a dois nomes bem comuns: fascite plantar e esporão do calcâneo. Apesar de muita gente achar que são coisas iguais, não significam exatamente o mesmo problema. Mas como ponto comum (e positivo) está a recomendação para ambos: quanto antes começar o tratamento, maiores são as chances de melhorar. O ortopedista Marco Aurélio Neves, especialista em medicina esportiva, explica que a fascite plantar é uma inflamação da fáscia, um tecido fibroso que funciona como uma faixa elástica, ligando o calcanhar aos dedos e sustentando o arco do pé. Além disso, é a causa mais comum de dor na sola do pé, sobretudo nos primeiros passos da manhã. Já o esporão do calcâneo é uma saliência óssea que aparece no osso do calcanhar como uma “pontinha” visível na radiografia. Essa associação entre os quadros acontece nesse momento: muitas vezes o esporão é confundido como origem direta do incômodo. Afinal, fascite e esporão têm relação? As duas condições podem estar relacionadas, mas não são sinônimos. O médico esclarece que o esporão pode aparecer em pessoas que têm ou já tiveram fascite plantar, como resultado de um processo de tração repetitiva na inserção da fáscia no osso. Mesmo assim, nem sempre ele é o causador da dor. Em casos crônicos, essa inflamação e tração contínuas podem estimular a formação de uma calcificação na região. “É como se o corpo tentasse reforçar a área com uma estrutura óssea extra, o que acaba criando o esporão”, descreve o especialista. Ainda assim, ter esporão não significa necessariamente que a pessoa teve fascite plantar. Isso porque nem sempre quem tem esporão sente dor. Então, o diagnóstico deve ser sempre clínico e não apenas baseado em exames de imagem. O esporão não muda o tratamento Em geral, o tratamento da fascite plantar continua sendo baseado em medidas conservadoras, como alongamentos, fisioterapia, mudanças no calçado e uso de palmilhas. Em quadros mais persistentes, podem ser considerados recursos como infiltrações ou ondas de choque. Onde entra o esporão nessa parte? A incidência só vai alterar a abordagem em casos raros, quando há dor muito localizada e resistente ao tratamento, associada a sinais clínicos de compressão. Por isso, é fundamental fazer acompanhamento médico. Fascite plantar pode virar quadro crônico O ortopedista Marco Aurélio Neves chama atenção para sinais de alerta que indicam evolução ou cronificação da doença, como: Dor que persiste por mais de 3 meses, mesmo com cuidados iniciais; Rigidez ao acordar que demora a melhorar; Dificuldade para caminhar por longos períodos; Dor que começa a incomodar também em repouso. Se notar um ou mais desses sinais, a orientação é não adiar a ida ao médico. Quanto antes as medidas forem iniciadas, mais rápida (e efetiva) será a recuperação. Tratamento e prevenção Considerando que as condições podem coexistir, a abordagem terapêutica deve levar em conta a necessidade de tratar a fascite plantar e, também, prevenir o esporão do calcâneo. Entre as principais medidas, o profissional destaca: Alongamentos diários da panturrilha e da fáscia plantar; Uso de calçados adequados, com bom amortecimento; Controle do peso corporal; Evitar longos períodos em pé em superfícies duras; Palmilhas ou órteses com orientação profissional; Fisioterapia com liberação miofascial, fortalecimento e reeducação postural. Lembre-se: se a dor persistir ou começar a incomodar até em repouso, é hora de buscar avaliação médica para tentar contornar a cronificação.

Por que meus pés fedem? Conheça possíveis causas
Suor e Odor

Por que meus pés fedem? Conheça possíveis causas

Sabia que, na maioria das vezes, o chulé não está ligado diretamente à falta de higiene? Na verdade, o mau cheiro nos pés é bem mais comum do que se imagina. Mesmo assim, costuma causar bastante desconforto no dia a dia e merece ser investigado e tratado, pois pode envolver questões hormonais e metabólicas. Para começar, vale saber que esse odor surge a partir da interação entre o suor e as bactérias naturalmente presentes na pele, criando um ambiente propício para a produção de substâncias com cheiro desagradável. É o que explica a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma de consultas médicas INKI. “O suor não tem cheiro. Esse odor aparece quando bactérias degradam componentes do suor e células mortas da pele, liberando substâncias responsáveis pelo cheiro característico”, desmistifica a médica. Odor mais forte Nem todo mundo sente o problema com a mesma intensidade. Isso acontece porque o mau cheiro depende de uma combinação de fatores individuais e ambientais, como: composição da microbiota da pele; presença de hiperidrose (suor excessivo); predisposição genética; alterações hormonais, como na puberdade, gravidez e menopausa. Além disso, a endocrinologista integrativa Juliana Brettas destaca que questões hormonais e metabólicas influenciam o quadro. Hipertireoidismo, estresse intenso e alterações no funcionamento do organismo podem aumentar a produção de suor e favorecer o ambiente para proliferação de micro-organismos. Sinais que indicam problema Embora o chamado “chulé” seja a causa mais comum, o odor nos pés também pode ser um sinal de alterações dermatológicas ou até sistêmicas. Nesse sentido, a especialista Carolina Malavassi orienta observar se há outras queixas associadas: descamação, vermelhidão ou fissuras; presença de “crateras” na pele; manchas entre os dedos; coceira, dor ou inflamação. “Esses sintomas podem indicar condições como micose (tinea pedis), eritrasma ou ceratólise plantar, que exigem tratamento específico”, esclarece a dermatologista. Considerando questões sistêmicas, perda de peso, coração acelerado e ansiedade são motivos suficientes para consultar um especialista da área. O que piora o odor (e quando procurar ajuda) Como pontapé inicial para investigar a causa do mau cheiro dos pés, procure observar alguns hábitos do dia a dia. Apesar de parecerem inofensivos, esses costumes favorecem diretamente o chulé: uso frequente de calçados fechados e pouco ventilados; meias sintéticas que não absorvem a umidade; não secar bem os pés, especialmente entre os dedos; reutilizar calçados sem deixá-los arejar; não trocar as meias com frequência. Alimentação, uso de certos medicamentos e algumas doenças ainda são possíveis causas do odor. A metabologista Juliana Brettas lembra que, no caso da diabetes, pode haver alteração na sudorese, além de maior predisposição a infecções por fungos e bactérias. O ideal é buscar avaliação médica quando o mau cheiro persiste mesmo com cuidados básicos, se surgem lesões na pele ou há impacto na qualidade de vida. Lembre-se de que o suor excessivo, sobretudo quando aparece de forma intensa ou repentina, também merece investigação.

Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser
Queimação e Dor nas pernas e pés

Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser

Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria. De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), essa dor está diretamente ligada a alterações na forma como o corpo distribui o peso durante o movimento. Além disso, a médica reforça que o desconforto não deve ser ignorado. “Sentir dor não é normal. O aceitável é caminhar com estabilidade e sem dor. Qualquer alteração em relação a isso deve ser investigada”, avisa. O que pode estar por trás A dor ao caminhar rápido pode ter diferentes origens, mas costuma estar ligada a alterações na marcha ou na forma de pisar, como pronação ou supinação. Outros sintomas comuns disso são calosidades e desgaste irregular dos sapatos. É importante destacar que essas mudanças biomecânicas não impactam apenas os pés, mas também outras regiões, gerando dores articulares nos tornozelos, joelhos, quadril e até na coluna lombar. A especialista em pé e tornozelo esclarece que isso acontece porque o corpo funciona de forma integrada, ou seja, um desequilíbrio em qualquer região pode sobrecarregar outras áreas. Quando a dor é um sinal de alerta Nenhuma dor deve ser ignorada, mas alguns sinais reforçam que é hora de buscar avaliação. O principal deles é a persistência ao longo do tempo. Vale observar também: desconforto que não melhora espontaneamente; dor associada à caminhada, mesmo em atividades simples; sensação de sobrecarga nos pés ou tornozelos. A ortopedista Fabiana Maria Freitas reforça a importância de olhar para outras estruturas dos pés, como a fáscia plantar, os tendões e as articulações, já que a má distribuição de carga pode afetar essas regiões e aumentar o risco de lesões a longo prazo. Como evitar o problema O tratamento depende da causa da dor, mas, de forma geral, envolve uma combinação de medidas para corrigir a sobrecarga e melhorar a mecânica da caminhada. Entre as principais abordagens estão: escolha de calçados adequados ao tipo de pisada; uso de palmilhas com prescrição; fisioterapia e reabilitação motora; fortalecimento muscular para melhorar a estabilidade; uso de medicamentos ou intervenções (em casos específicos). “Os quadros de dor em região de pé e tornozelo sempre merecem uma avaliação individual e detalhada. Os exames complementares são solicitados conforme a suspeita clínica, mas a imagem isoladamente não substitui a avaliação médica”, orienta a especialista.

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O uso diário é recomendado, principalmente em climas quentes, uso contínuo de sapatos fechados ou durante atividades físicas intensas. Escolha Tenys Pé Baruel para um cuidado eficaz e duradouro com seus pés no dia a dia.